FEM realiza oficina de humanização e inicia pesquisa sobre clima organizacional
- Categoria: Cidades

A Fundação Elias Mansur (FEM) realizou hoje em Cruzeiro do Sul uma oficina de humanização. Elineide Meireles, diretora de Humanização da Gestão Pública da FEM, explica que a política de humanização foi criada pelo governador Tião Viana no sentido da melhoria da qualidade de vida do servidor visando assim melhoria do atendimento do servidor no serviço público.
A diretoria de humanização vem assim desenvolvendo uma série de atividades para alcançar as metas. No encontro, para o qual foram convidados representantes de todos os órgãos e secretarias, além de pessoas da sociedade civil, especialmente aquelas ligadas à cultura, os presentes foram informados sobre o que consiste a política estadual de humanização da gestão pública e sobre a formação da rede estadual de humanização.
Também foram dadas informações sobre a realização da pesquisa de clima organizacional entre todos os servidores do Estado. Segundo Elineide, “O ‘clima’ é um momento que o servidor tem para refletir sobre o seu trabalho, sobre suas condições de trabalho e falar sobre isso através de sua participação na pesquisa.
É uma oportunidade de identificar problemas e pontos fortes para traçar um plano de metas, um plano de ações visando sempre a melhoria do serviço. Nossa principal preocupação é com o cidadão, melhorar o atendimento para o cidadão”.
Todos os servidores de Cruzeiro do Sul estão convidados a participar da pesquisa. Se o servidor ainda não recebeu o formulário escrito e também não recebeu por e-mail basta acessar o questionário da pesquisa no blog da humanização: http://www.humanizaacre.blogspot.com.br. No canto superior direito tem o link da pesquisa.
“Ela é auto-explicativa e é uma oportunidade para que o servidor dê o seu recado, passe sua informação de como ele se insere no seu setor de trabalho, para que a gente possa desenvolver nosso trabalho também” complementa Elineide.
Algo melhorou A diretora presidente da FEM, Francis Mary também participou do encontro. Ela relembra que logo no início do atual governo foi criada a Secretaria Adjunta de Humanização, que depois virou uma diretoria da FEM. Neste período de um ano e meio de trabalho ela tem percebido que algo mudou para melhor.
“Nós sentimos nos órgãos onde atuamos mais diretamente uma mudança no clima organizacional; os servidores reconhecem que o governo está fazendo alguma coisa por eles. Então, nós vemos que o governo acertou em criar essa política de humanização da gestão pública”.
Francis Mary conta que na semana foi realizado um workshop em Rio Branco com pessoas da Fundação Getúlio Vargas, com intensa participação dos servidores e, na ocasião, ficou patente que esta proposta de trabalho não deve ficar restrita ao ambiente de trabalho do servidor, mas que deve transcender, indo para a sociedade civil.
“Este é um grande movimento da sociedade civil e servidores para a melhoria do atendimento ao cidadão. Estamos felizes de estar neste trabalho. A nossa equipe de humanização da gestão pública já passou por Sena Madureira, Feijó e Tarauacá e nas oficinas realizadas a gente sente o grande acerto do nosso governo e a possibilidade de ampliação desse trabalho para os cidadãos também”. Cultura e Comunidade A FEM está lançando também um programa denominado ‘Cultura e Comunidade’ que pretende uma interação cultural com comunidades acrianas.
As atividades de hoje serão no Rio Croa, onde serão apresentados filmes. A equipe da FEM pretende conhecer as manifestações culturais daquela comunidade. Lembra Francis Mary que a comunidade do Croa já é conhecida: “Lá tem gente que conta histórias, que canta, tem gente que trabalha com rapé, tem toda uma cultura ali.
Nessa troca a gente vai potencializar as atividades culturais daquela comunidade e orientar de como se organizar para obter recursos e valorizar estas manifestações”
Amanhã, a partir das 08:30h, a FEM estará na Escola Madre Adelgundes Becker com outras atividades do ‘Cultura e Comunidade’, com apresentação de palhaços e hip hop feito pelos jovens da comunidade. “Com nosso projeto a gente entende que não se leva cultura para a comunidade, a cultura já está na comunidade e o trabalho do Estado é potencializar e fomentar este fazer cultural” finalizou Francis.
Flaviano Schneider
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