Menor tira vida do tio com um tiro de espingarda na zona rural de Mâncio Lima

Agentes da Polícia Civil prenderam um menor de 17 anos acusado de ter matado seu tio, Joarez Souza da Costa, com um tiro de espingarda, na tarde do último sábado (04), na comunidade do Barro Vermelho, no Rio Azul, zona rural do município. Ele alegou que agiu em legítima defesa porque o tio teria tentado matá-lo a golpes de terçado e ao conseguir escapar se apossou da arma do mesmo e efetuou o disparo fatal.

O delegado só teve conhecimento do homicídio na tarde de domingo (05) quando iniciou as buscas e a investigação que foi concluída com a apreensão do menor infrator. O corpo da vítima foi trazido para a sede do município por um dos seus irmãos e entregue ao Instituto Médico Legal (IML). A arma do crime foi entregue à Polícia Militar que a encaminhou a Delegacia do município.

As investigações ainda não apontaram as causas que levaram o menor a atirar contra o tio. O irmão da vítima que trouxe o corpo disse em depoimento que não sabe o que ocorreu e quando chegou à residência o encontrou caído no chão sem vida com um buraco na cabeça e a espingarda foi deixada ao lado do corpo.

Familiares do menor informaram que em outra ocasião o tio já tinha ameaçado o mesmo de morte, além de ter ameaçado também o seu pai e o outro irmão. O delegado Roberto Lucena está investigando o caso e o menor será encaminhado ao Ministério Público nesta segunda-feira (06) para as providências cabíveis.

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CRIMES BÁRBAROS EM RIO BRANCO: Ex Prefeito de Porto Acre é assassinado e tem cabeça decepada do corpo e outro idoso é morto em latrocínio

Polícia Civil age rápido e prende assassinos

A Polícia Civil apresentou cinco suspeitos de cometerem latrocínios no último fim de semana em Rio Branco. Um deles será indiciado pela morte do ex-prefeito de Porto Acre, João Asfury, de 78 anos, que teve a cabeça degolada na madrugada deste domingo, 06. Os outros quatro apresentados serão indiciados pelo assalto seguido de morte que teve como vítima o aposentado José Ivan Portela da Costa, de 67 anos.

Nas primeiras horas deste domingo, 05, moradores do município de Porto Acre depararam-se com o bárbaro assassinato do ex prefeito João Asfury, que foi encontrado morto na frente de sua residência e teve sua cabeça decapitada.

Segundo informações extra oficiais, a casa do ex prefeito teria sido alvo de furto há alguns dias àtrás e familiares do possível autor estaria ameaçando a vítima de morte. Depois de buscas pelo local, a cabeça foi encontrada jogada em um barranco e o autor ainda não foi localizado.

O corpo de João Asfury foi levado para o IML de Rio Branco para devidos procedimentos e foi velado na capela são João Batista, na avenida Antônio da Rocha Viana.

A Polícia Civil agiu rápido em 12 horas após o crime identificou e prendeu Francisco Ralyson, 22, que confessou que matou o ex-prefeito. O suspeito estaria sob efeito de produto entorpecente e álcool. Ele afirma que lembra de tudo e que não falaria nada sobre o crime, senão em juízo. Mesmo assim, o criminoso confirmou que teria cometido o crime de assalto contra o idoso.

Em entrevista coletiva, o secretário de Segurança Pública do Acre, Emylson Farias, explicou que a localização dos criminosos demorou cerca de 12 horas. “Nosso Estado tem comando e tem uma polícia forte. São pessoas que demonstraram que não tem a menor condição de conviver em sociedade. Foi assim que o estado se pronunciou: colocando essas pessoas atrás das grades, que é onde elas devem estar”, afirmou o gestor.

Segundo apurado, Ralyson observou Asfury por algum tempo, até que em frente à casa do idoso deu uma “gravata” na vítima e com ele desmaiado, acabou desferindo os golpes com um terçado que a vítima teria dentro de casa. Como o idoso foi degolado, a cabeça da vítima só foi encontrada cerca de 50 metros do local do crime. O município decretou luto por três dias, em homenagem ao ex-chefe do Executivo municipal e o governo do Estado publicou nota de pesar em apoio aos familiares.

 

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Mãe de bebê encontrado em privada pode ser indiciada por tentativa de infanticídio, diz delegado

O delegado da Polícia Civil, Roberto Lucena, que responde pela Delegacia Especializada de Atendimento e Mulher e ao Menor (DEAM), informou nesta segunda-feira (29), que a senhora Léia Nonata, 36, mãe da menina recém-nascida que foi jogada na dentro da privada e só não morreu porque foi encontrada pela vizinha, pode ser indiciada pelo crime de tentativa de infanticídio.

O delegado, que foi a maternidade conversar com a acusada, explicou que o crime de infanticídio, que tem pena prevista de 2 a 6 anos de prisão, se caracteriza pelo ato voluntário de matar uma criança, cometido normalmente contra um recém-nascido e constatou no prontuário dela um quadro depressivo que pode ter ajudado a mesma a fazer o delito, mesmo se avaliando que ela já teve outros filhos e saber o sintoma de um parto.

“Mesmo ela alegando que não sabia que estava grávida e que houve um acidente, além da questão depressiva, entendo que ela já teve outros filhos, sabe os sintomas de um parto e a questão depressiva pode ter sido a causa dela ter tentado cometer esse crime bárbaro. Então, ela deve responder por tentativa de infanticídio, crime que tem pena prevista de 02 a 06 anos de detenção”, disse o delegado.

A menina recém-nascida que foi encontrada dentro da privada pela vizinha passou pelas mãos de três pessoas antes de receber o atendimento dos profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Segundo as informações repassadas ao delegado a irmã da acusada foi a primeira pessoa a socorrer o bebê, que a passou para outra pessoa, antes de acionarem a equipe do SAMU.

A vizinha que socorreu a bebê relatou que quando pegou a menina ela vinha sendo trazida pela irmã da acusada e imediatamente enrolou a criança numa toalha e apertou contra o peito dele. Depois subiu a ladeira correndo e entregou para a outra vizinha que ia leva-la de moto para encontrar o SAMU e em seguida foi socorrer a mãe que estava desmaiada na rede.

“Fiz o resto do parto, coloquei ela que estava desmaiada na rede e em seguida ligamos para o SAMU para voltar para pegar a mãe da criança. Se não tivesse sido socorrida de imediato, com certeza a criança tinha morrido. Ninguém desconfiava da gravidez dela. Tenho costume com ela que sempre foi gorda e não sei se ela sabia que estava grávida”, disse à vizinha que ajudou a salvar a criança.

Segundo o art. 123 do Código Penal, Infanticídio significa assassínio de uma criança, particularmente de um recém-nascido e caracteriza o crime como o ato de matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho durante o parto ou logo após. Além disso, a acusada pode ser indiciada também por abandono de incapaz, conforme art. 133 do mesmo código que prevê pena de detenção de 6 meses a três anos.

“Se do abandono resultar lesão corporal de natureza grave a pena é aumentada com reclusão, de 1 a 5 anos. Se resulta a morte pena de reclusão, de 4 a 12 anos. As penas podem ser aumentadas de um terço se o abandono ocorre em lugar ermo, se o agente é ascendente ou descendente, cônjuge, irmão, tutor ou curador da vítima”, ressalta o parágrafo 1 do art. 133 do CPB.

 

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Vizinha encontra recém-nascido dentro de uma privada

bebe

Imagem ilustrativa

Um bebê - menina - foi encontrado jogado dentro de uma privada numa residência no bairro do Aeroporto Velho, na manhã deste domingo (28) por uma vizinha que ouviu um choro e ao verificar encontrou a criança que estava com o corpo cheio de tapurus e foi jogada no local pela própria mãe depois do parto, mas quando foi encontrada ainda estava com vida.

Os primeiros socorros foram prestados pelos profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) que conduziram a criança Hospital da Mulher e da Criança, por volta das 10:30 horas, onde recebeu os primeiros socorros e passa bem. A mãe da criança, que ainda não teve o nome revelado, também foi levada posteriormente para a maternidade pelo Samu, acompanhada por uma equipe da Policia Militar.

O gerente de enfermagem do Hospital da Mulher e da Criança, onde funciona a maternidade, enfermeiro Fernando Rossi, informou que a bebê apresentava no momento da chegada uma hipotermia e bradipnéia, que é a diminuição dos movimentos respiratórios, e leve cianose, sendo levada imediatamente para sala de emergência de cuidados com recém-nascidos.

“Imediatamente foram feitos os procedimentos para permeabilizar as vias aéreas e melhorar a freqüência respiratória, foi feito o grampeamento do cordão umbilical e aquecimento da menina, administração de vitamina B e uma avaliação pelo pediatra de plantão, Dr. Jorge Luiz. Quando ela chegou estava com tapurus por todo o corpo devido ao local onde foi encontrada”, disse o enfermeiro.

Segundo Fernando Rossi, depois dos primeiros socorros a criança foi encaminhada à Unidade de Cuidados Intensivos (UCI) por medida preventiva porque o parto foi realizado em local e horário desconhecido de forma natural, mas o pediatra informou que sua respiração é boa e foi colocada na incubadora apenas para ficar aquecida e a mãe está na enfermaria recebendo cuidados médicos.

“Pela idade gestacional levantada pelo médico tudo indica que a mãe teve uma normal, e a criança não apresentou nenhum tipo de anomalia. A acompanhante explicou que no período noturno ela sentiu algumas dores abdominais, que pode ter sido as contrações uterinas e por várias vezes foi até o banheiro. Mas, como se deu a evolução dessa gestação deve ser investigado para que os fatos sejam esclarecidos”, disse.

O caso foi encaminhado para o Conselho Tutelar e a Promotoria da Infância e da Juventude e o destino da criança deverá ser determinado pela Justiça. “Depois de prestar os primeiros socorros e garantir a estabilização da saúde da criança o serviço de Assistência Social tomou as medidas cabíveis passando o caso para as autoridades competentes”, informou.

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