Casal é preso acusado de estupro de vulneráveis em Marechal Thaumaturgo

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O casal Junot Gonçalves Bezerra, vulgo Arnô, 49, natural da cidade de Canavieira, na Bahia e sua namorada Maria Antônia Castelo da Cunha, 25, foi preso pela acusação de ter abusado sexualmente de pelo menos seis adolescentes entre 13 e 14 anos no município de Marechal Thaumaturgo que confirmaram em depoimento os abusos.

Junot estava residindo em Marechal Thaumaturgo desde o mês de Janeiro deste ano quando foi participar do novenário de São Sebastião onde passou a trabalhar no ramo de confecções e passou a abusar sexualmente das menores com apoio da namorada que foi acusada de aliciar as garotas. A loja de confecções tinha o nome de Toque do Amor.

A polícia apreendeu um tablet e um celular com cenas de sexo entre o casal com possível participação de menores nas imagens. O comerciante disse que estava querendo fazer um filme pornô caseiro com a namorada e negou que houve participação de menores. Mas, uma das menores afirmou que manteve relações sexuais com o acusado e as demais que ele praticou atos libidinosos com as mesmas.

A prisão do acusado e de sua namorada foi decretada pela juíza Ana Paula Saboia e executada pelo delegado de polícia civil Lindomar Ventura responsável pela Delegacia de Rodrigues Alves com jurisdição nos municípios de Porto Walter e Marechal Thaumaturgo que destacou que casos de relação sexual, conjunção carnal ou ato libidinoso com menor de 14 anos são considerados estupro de vulnerável.

O casal foi encaminhado à Unidade de Recuperação Social Manoel Néry da Silva onde cumprirá prisão temporária de 30 dias e ficará a disposição da Justiça.

 

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Operação do COE prende Cuca na Comunidade Continuação, bem perto da fronteira

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Uma operação conjunta de policiais do Comando de Operações Especiais (COE) com apoio de agentes do Instituto de Administração Penitenciária (IAPEN) conseguiu prender depois de sete dias o fugitivo da Unidade de Recuperação Social (URS) Manoel Néry da Silva que tinha se evadido do local junto com outros dois detentos. A prisão aconteceu por voltas das 21:00 horas de terça-feira (27) na comunidade Continuação, no Rio Paraná dos Mouras.

A operação comandada pelo Major PM Emílio envolveu mais de 25 homens do COE e do IAPEN que saíram às 6:00 da manhã de segunda-feira (26) da ponta do Ramal Bom Vento e caminharam por mais de 15 horas dentro da floresta enfrentando um grande lamaçal até chegar a Comunidade Continuação, no Rio Paraná dos Mouras, que é a última comunidade antes de chegar na fronteira. O fugitivo foi alcançado porque estava cansado e resolveu dormir.

“ Ele estava bem próximo à fronteira e foi pego de surpresa. Nunca a polícia chegou na localidade onde o trajeto normal é rio, mas os nossa guarnição foi pelo final do ramal numa longa caminhada. Os prisioneiros confessaram que foram pegos de surpresa porque o acesso ao local sempre foi feito pelo rio”, disse o major que informou que além de Cuca foi preso outro fugitivo – Geovani de Araújo Oliveira, 29, Sérgio dos Anjos Azevedo e o peruano Roy.

Na casa de Sérgio que dava apoio para o fugitivo e onde ele foi preso foram apreendidas duas espingardas calibres 16 e 28 com cinco cartuchos intactos e um revólver calibre 38 com nove cartuchos intactos. Geovani de Araújo Oliveira,29, vulgo G, o outro fugitivo preso, é acusado de dois homicídios e considerado elemento muito perigoso. O peruano de nome Roy estava com um grupo de peruanos do tráfico que conseguiu fugir.

Os policiais do Comando de Operações Especiais (COE) da Polícia Militar foram recebidos sob aplausos quando chegaram a Delegacia Geral de Polícia na noite desta terça-feira (28) conduzindo o fugitivo Paulo Roberto Campelo, vulgo, Cuca, condenado a 33 anos pela morte do taxista Abílio Simão que tinha se evadido da Unidade de Recuperação Social (URS) Manoel Nery no último dia 22 quando trabalhava na horta da instituição.

Segundo o Major PM Emílio desde o comunicado do taxista Jonas, por volta das 11:30 horas do dia 22 de Maio, informando que tinha sido feito refém por dois rapazes que lhe apontaram uma arma de fogo e reconheceu que um deles era Cuca que um comando do 6º Batalhão de Polícia Militar (6º BPM) iniciou as buscas para localizar os fugitivos que além de tentar sequestrar o taxista danificaram seu carro na fuga deixando abandonado num ramal da região.

Depois do carro localizado os policiais do COE continuou a perseguição à Cuca e Ednardo, o Lourinho e foram montadas várias barreiras para tentar localizar os fugitivos. Lourinho que era um dos parceiros de Cuca foi preso quando estava escondido numa propriedade no Ramal São Paulo, na comunidade São Pedro, encaminhado à delegacia e depois à penitenciária.

Ao perceber a presença dos policiais os fugitivos tentaram se evadir em fuga, mas Lourinho foi abordado e preso. As buscas continuaram e finalmente depois de uma caminhada de mais de nove quilômetros em ramais da região entrando no caminho da Comunidade Continuação, no Rio Paraná dos Mouras, dentro da selva, indo até o seringal Monte Cristo, Cuca foi capturado e preso pelos policiais do COE por volta das 20:30 horas desta segunda-feira(27).

“ Havia um clamor muito grande da sociedade e se instaurou um certo pânico depois da fuga do Paulo Roberto e as forças de segurança, polícias Militar e Civil, não mediram esforços para recaptura-lo. Neste último momento o IAPEN também participou da operação dando um suporte. Os policiais enfrentaram um ambiente inóspito e depois de mais de quinze horas dentro da floresta enfrentando muita lama, conseguimos lograr êxito”, disse.

O Major PM Emílio enfatizou que muitas pessoas colaboraram com informações, mas muitas outras deram informações falsas que foram identificadas pelo serviço de informação e contra informação da Polícia Militar e que a grande preocupação era a posse de arma para que não houvesse outras vítimas. “ A versão dele é que queria visitar sua mãe que está em Manaus doente. Depois de Pucalpa iria para Manaus e em seguida fugiria para a Venezuela. Ele já estava na última colocação para chegar na fronteira”, afirmou.

O diretor da URS Manoel Nery, Marquiones Santos, que participou da operação que resultou na prisão de Cuca, destacou que serão revistos alguns procedimentos com a implantação de novas regras dentro unidade para evitar este tipo de fuga e para manter a sociedade mais tranquila ao informar que Cuca vai voltar ao regime fechado no isolamento e iniciar novamente o tempo para progressão da pena.

“ Agora, vamos esperar a autoridade judiciária verificar se ele cometeu crime de assalto e sequestro e indiciá-lo. Na unidade prisional o tratamento continua normal porque fuga não tipifica crime, mas é considerada uma falta grave. Será instaurado um processo administrativo e o preso vai iniciar novamente um cômputo para progressão de regime a partir do dia da recaptura, é como se ele estivesse iniciando a cumprir a cadeia”, disse.

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Policiais do COE capturam Lorinho e recuperam arma que pertencia a Cuca que conseguiu fugir do cerco

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Foto: Genival  Moura G1

 

Depois de montar barreiras em vários locais para prender os fugitivos da Unidade de Recuperação Social (URS) Manoel Nery policiais do Comando de Operações Especiais (COE) da Polícia Militar prenderam na tarde de sábado (24) Edinardo Gaspar de Souza, 25, vulgo Lorinho, que tinha fugido com Paulo Roberto Campelo (Cuca) e estava escondido no ramal São Paulo, na comunidade São Pedro.

Condenado por tráfico de drogas em Sena Madureira Lorinho cumpria pena no presídio de Cruzeiro do Sul e quando foi recapturado estava de posse de uma pistola Tauros, calibre 380, que tinha nove munições e pertencia ao parceiro de fuga, Cuca, que conseguiu fugir do cerco policial. Lorinho tinha também R$ 507,00 em dinheiro que foram apreendidos.

O fugitivo capturado foi encaminhado à Delegacia Geral de Polícia onde prestou depoimento ao delegado elton Futigami e foi reconduzido ao presídio Manoel Néri neste domingo (25). A dupla estava sendo procurada pela polícia desde a última sexta-feira (22) quando fugiram e sequestraram outro taxista que conseguiu pular do carro que foi levado pelos fugitivos e deixado abandonado e bastante danificado num ramal.

 

 

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Assassino de taxista foge da penitenciária e depois de sequestrar veículo de taxista deve ter fugido para o Peru

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Condenado há 33 anos pelo assassinato do taxista Abílio Simão, 64 anos, Paulo Roberto Araújo Campelo, vulgo Cuca, fugiu na manhã desta quinta-feira (22), por volta das 11:30 horas, aproveitando o momento que trabalhava na horta da Unidade de Recuperação Social (URS) Manoel Nery da Silva, junto com mais dois presidiários que também se evadiram e não tiveram seus nomes divulgados.

O taxista Abílio foi morto de forma brutal com várias facadas, em Dezembro de 2009, e seu corpo foi abandonado no Ramal do Japãozinho (BR-307) para onde Cuca fugiu e foi capturado por um grupo de taxistas que estavam no seu encalço e não o mataram pela chegada de agentes da Polícia Civil comandados pelo delegado Elton Futigami que impediram o linchamento.

Depois da fuga da URS Manoel Néri, na manhã desta quinta-feira, Cuca parou o taxista Jonas Vieira da Silva, que trafegava na rodovia AC-405 num veículo Spacefox prata e pediu que o levasse até a casa de sua família no Igarapé Preto onde ele pegou dinheiro e um revólver calibre 38 e informou aos familiares que estava fugindo para o Peru.

Em seu retorno ao táxi o motorista desconfiou de quem se tratava e aproveitou uma passagem por um quebra mola nas proximidades do Aeroporto Internacional para reduzir a velocidade e pular do veículo. Cuca ainda correu atrás do taxista, mas retornou ao carro e se evadiu abandonando o mesmo quando acabou a gasolina.

As primeiras avaliações sobre a fuga do presidiário apontam que ele deve ter mesmo fugido com o objetivo de atravessar a fronteira, através da floresta, para fugir para o vizinho Peru e a motivação seria a recente morte de seu pai Paulo Campelo que era dono do restaurante do Igarapé Preto.

A direção do presídio só tomou conhecimento da fuga do presidiário através do taxista Alemão que ligou para a penitenciária informando o ocorrido e o roubo de seu veículo. Segundo a diretora interina, Nayana Neves, os agentes não haviam percebido a ausência do preso e depois de realizarem a contagem descobriram que mais um preso, Edvardo Gaspar de Souza, vulgo Lorim, que cumpria pena por tráfico de drogas também tinha fugido.

A diretora destacou que Cuca tinha ganhou direito de trabalhar para reduzir a pena pelo bom comportamento e de acordo com as normas da legislação que garante esse direito aos presos considerados de bom comportamento.

 

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