Polícia de Manoel Urbano apreende 400 quilos de municões

Munição

Foram apreendidos cerca de 400 quilos de munições de vários calibres(Foto: Da ContilNet Notícias )

Uma operação conunta entre as polícias Militar e Civil de Manoel Urbano resultou na apreensão de cerca de 400 quilos de munições na tarde desta terça-feira (24). A munições estavam escondidas em caminhão conduzido por Gilmar de Souza Barbosa, 42 anos.

Inicialmente, foi localizado na cabine do veículo uma sacola contendo estojos de metal calibre 36. O motorista alegou que não havia mais munições no veículo, porém foi dada continuidade a busca e após remover vários tambores que estavam na carroceria do caminhão foram encontrados: 330 – Quilos de chumbo; 80 mil – Espoletas; 3 mil – Munições calivre 22; 275 – Estojos de metal calibre 36; 900 – Estojos de metal calibre 32; 250 – Estojos de metal calibre 24; e 300 – Estojos de metal calibre 16.

O motorista e seu ajudante, Ronaldo da Silva Brito, 33 anos, ambos moradores de Rio Branco, receberam voz de prisão e foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil de Manoel Urbano juntamente com o caminhão Mercedes Benz, placa CKV-0253, que estava sendo utilizado para transportar o material ilícito.

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Delegado Elton Futigami confirma legalidade da prisão: “Se a regra mudou, mudou a partir desse caso”

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A decisão do Juiz de Direito da 2ª Vara Cível, Dr. José Wagner Alcântara, que considerou ilegal o flagrante na prisão de Renan Eduardo Brito, 21, acusado de atropelar 17 pessoas, deixou um sentimento de revolta na população. Renan foi libertado momentos depois de ter dado entrada na Unidade de Recuperação Social Manoel Nery da Silva, na quarta-feira (18), pela decisão do magistrado.

O delegado Elton Futigami afirmou que respeita a decisão do magistrado, porém tem plena convicção de que o flagrante do acusado foi lavrado dentro da total legalidade. Segundo Futigami a lei mostra que existem três tipos de flagrante: quando o cidadão é pego cometendo  crime; quando ele acaba de cometer e é perseguido logo após o delito e quando é preso logo após com instrumentos, armas ou objetos que façam presumir que ele é o autor do crime.

“Não se pode falar ilegalidade do flagrante, pois se assim fosse estaria tanto o delegado que lavrou o flagrante, como os policiais militares incriminados por abuso de autoridade ou por invasão de domicílio, que não é o caso. Já lavramos diversos flagrantes e nunca foi desse jeito. Se a regra mudou, mudou a partir desse caso”, afirmou o delegado.

O delegado ressaltou que no caso do atropelamento o condutor do veículo se evadiu e logo na sequência a Polícia Militar viu o colega do condutor saindo com a caixa térmica de bebida para evitar ser incriminado. Na sequência os policiais encontraram o carro na calçada batido e o carro era o instrumento do crime, se configurando o flagrante presumido.

“ Isso aconteceu num lapso temporal de 5 à 10 minutos até a prisão dele. Correta então a atitude da policia militar em ter entrado na casa e feito o flagrante”, enfatizou Futigami.

Para o delegado a forma que dar à entender pelo magistrado é que esse encontrado tem que ser por acaso, como se Polícia Militar ao tomar conhecimento do crime que acabara de acontecer, tem que sair patrulhando normalmente e coincidentemente cruzar com o autor e aí sim o prendido em flagrante em delito, e se for dessa forma não existe mais flagrante. “ O que se espera, o que é correto, e o que se ver na prática, é que a policia ao saber de crime saia em busca do autor, e o que se busca é encontrado” , completou.

O delegado finalizou explicando que em relação aos horários destacados pelo juiz, que alega que as 24 horas foram ultrapassadas, que o que era levado em consideração em todos os casos anteriores sempre foi o horário de formalização da prisão, e não a hora que o caso aconteceu.

“Com relação a legalidade do flagrante não se discute, foi legal. No boletim da Policia Militar o fato ocorreu por volta das 17h30. É o horário do acidente. A formalização da prisão foi às 20h20. O flagrante  foi comunicado às 19h12 do dia seguinte, com prazo ainda nas 24 horas”, finalizou.

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Alunos fazem passeata em protesto contra decisão de juiz que libertou jovem que atropelou 17 pessoas

Mais de 600 estudantes das escolas de Ensino Médio Dom Henrique Ruth, Escola Professor Flodoardo Cabral e Marcelino Champagnat saíram em passeata pelas ruas centrais do município e si se concentraram na frente da Promotoria de Cruzeiro Sul em protesto a decisão do Juiz de Direito, José Wagner Alcântara, que liberou Renan Eduardo Brito que atropelou 17 pessoas e fugiu sem prestar socorro às vítimas.

Uma comissão de estudantes, professores e líderes do movimento foi recebida pelo Promotor de Justiça Washington Moreira que apresentou um recurso contra a decisão pedindo a retratação da decisão judicial e validando a prisão em flagrante, além de condicionar a liberdade do acusado ao pagamento de fiança superior a R$ 30 mil e a suspensão do direito de dirigir enquanto o inquérito não for concluído.

“ Estamos insatisfeitos com a atitude do juiz que decidiu soltar a pessoas que atropelou várias pessoas que vinham da escola. Queremos justiça e que a lei seja cumprida”, protestou o aluno Valace Silva ao comentar que pedir o apoio do Ministério Público é a única forma de reação dos estudantes que com a passeata demonstram sua decepção com o Poder Judiciário.

A manifestação que teve a duração de duas horas foi realizada foi realizada debaixo de chuva e teve o apoio de professores e da direção da Escola Dom Henrique Ruth. “

“Nós estamos junto com nossos estudantes, pois é uma família a Escola Dom Henrique Ruth”, afirmou a diretora.

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Açougueiro de Guajará mata acusado de furto com golpe de faca e está foragido

Assassinato

O proprietário de um açougue do município de Guajará, identificado apenas como Louro, matou com um golpe de faca na manhã desta quarta-feira (18) Eliésio de Souza da Silva, 37, vulgo Babá, acusado de realizar um furto no açougue do comerciante que depois de denunciar o fato na delegacia foi até a casa da vítima e desferiu o golpe fatal.

O comerciante procurou a delegacia de Guajará por volta das 7:00 horas para denunciar que seu estabelecimento tinha sido alvo da ação de bandidos que levaram vários produtos das prateleiras e apontava Babá como acusado do furto. Antes de uma ação da polícia para apurar o caso decidiu fazer justiça com as próprias mãos.

Após ser informado que teria que aguardar pela chegada do delegado às 8:00 horas, o comerciante decidiu resolver o caso à sua própria maneira. De posse de uma faca, Louro foi à casa do suspeito e desferiu um golpe fatal no lado esquerdo do peito. A vítima morreu na hora.

O Delegado de Guajará, Paulo Gadelha, informou que não houve tempo para a apuração da denúncia de furto registrada pelo comerciante e avaliou que ele estava decidido a fazer a vingança. “ “Se ele tivesse aguardado minha chegada tínhamos tomado as providências, assim como fazemos com todos as denúncias que recebemos”, disse o delegado.

Durante todo o dia várias diligências foram realizadas na tentativa de localizar e prender o responsável pelo homicídio, mas até a tarde desta quinta-feira (19) o comerciante ainda não tinha sido encontrado.

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