Policiais são agredidos depois de perseguirem motociclista embriagado

Policia agressão a PMS 1 terçado

Um motociclista que trafegava numa das ruas do bairro Formoso, na tarde deste domingo (01), em visível estado de embriaguez, jogou sua moto em cima de uma viatura da Polícia Militar que fazia ronda no local. Para não bater na moto o motorista da viatura conseguiu evitar a colisão, mas danificou o veículo que bateu no meio fio e danificou o radiador.

Os sargentos Lelande e Sálvio, do Pelotão de Trânsito, que estavam nas proximidades foram acionados e perseguiram o motociclista que se evadiu do local dirigindo a moto em alta velocidade pelas ruas do bairro, colocando a vida de terceiros em perigo, trafegando na contra mão, desrespeitando todos os sinais de trânsito de cruzamentos e preferenciais, entre outras irregularidades.

O motoqueiro identificado como Carlos Cassiano de Azevedo, 30, que levava na garupa Manoel Zacarias de Lima, 33, trafegava numa moto Honda 150, placa NAB 8447, foi interceptado pelos policiais, mas não obedeceu a ordem de parar e se dirigiu para a casa de sua mãe, na Rua Morada Feliz, proximidades do 61º BIS.

Depois da perseguição os policiais abordaram o motoqueiro que caiu no interior da garagem da casa, depois de bater em vasos de planta. Um dos sargentos imobilizou o garupa e outro imobilizou Carlos que estava com um terçado na cintura, momento que a mãe do acusado, de posse de um pedaço de madeira desferiu três golpes na cabeça do sargento Lelande.

Neste momento o acusado conseguiu se soltar depois de morder o braço do sargento, tentou pegar a arma do policial e ainda o agrediu com socos e pontapés, adentrando em seguida a residência. Ao tentar socorrer o colega o sargento Sálvio foi empurrado e teve uma lesão na perna que inclusive rasgou sua farda. O sargento Lelande ainda foi mordido pelo cachorro que estava no quintal.

Dentro de casa o acusado ameaçou os policiais de morte e a mãe dele fechou a porta impedindo a entrada dos policiais na residência, momento que Carlos pulou uma das janelas da casa e se evadiu pelos fundos do quintal, adentrando um matagal e tomando rumo ignorado.

O acusado foi identificado como autor de uma tentativa de homicídio há cerca de dois meses, nas proximidades da Eletroacre, quando furou um rapaz e se evadiu, além de já ter cometido três infrações de trânsito. Na primeira ele ultrapassou o sinal vermelho nas proximidades do Ponto Chico, foi perseguido, mas conseguiu se evadir. Na segunda infração ele foi abordado por um sargento que tinha conhecimento da tentativa de homicídio, mas entrou num matagal nas proximidades da Cogiva e novamente conseguiu se evadir. Neste domingo o acusado que estava embriagado e trafegando numa moto tentou jogá-la em cima da viatura e fugiu novamente depois de se refugiar na casa de sua mãe.

A motocicleta foi apreendida e encaminhada ao pátio do Detran e o dono da moto vai ser penalizado com multas de dirigir ameaçando outros veículos, pedestres, não ser habilitado e não parar nos cruzamentos, podendo ainda ser penalizado pela falta de documentação.

“É um cidadão que vem causando problemas no trânsito, além da tentativa de homicídio. Ele não tem habilitação, sempre está dirigindo uma moto diferente e nas últimas três abordagens estava conduzindo o veículo sob efeito de bebida alcoólica e agora ainda agrediu os policiais com o apoio de sua mãe”, disse o sargento Lelande.

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Dono de farmácia e outras cinco pessoas são presas por venda de medicamento abortivo

Drogaria Adamarcia

Agentes da Polícia Federal realizaram no início da manhã desta quinta-feira (29) uma operação que resultou na prisão do empresário Adão Bomfim do Nascimento, proprietário da Drogaria Adamárcia, dos funcionários de outras drogarias, Abel Farias e Rômulo Lima, dos funcionários públicos Cristiano Alves e Francisco J. Filho e de Cleomar Barbosa, mais conhecido por Kei, proprietário de distribuidora de bebidas.

Os acusados foram presos por envolvimento em venda de medicamento abortivo em Cruzeiro do Sul. A investigação da PF ocorreu após uma denúncia feita pela reportagem do G1 que identificou várias pessoas, incluindo servidores públicos da Saúde e funcionários de farmácias que estavam vendendo sem nenhuma restrição o medicamento proibido por lei.

Participaram da operação 70 agentes federais que cumpriram seis mandados de prisão, 10 de buscas em hospitais, laboratórios e estabelecimentos comerciais, além de quatro conduções coercitivas. Os exames periciais da PF constataram que os comprimidos eram de origem estrangeira (Itália) e não tem registro na Agência Nacional de Saúde (Anvisa) sendo a comercialização proibida no Brasil.

Uma enfermeira suspeita de cobrar até R$ 600,00 para fazer abortos, além de um vereador do município de Guajará (AM) e seu irmão, suspeitos de induzir uma menor de 16 anos - que estava grávida do vereador – a praticar um aborto foram convidados a prestar esclarecimentos. Segundo a Polícia Federal a operação foi batizada com o nome de 'Parcas' em referência a três deusas da mitologia relacionadas a gravidez humana.

O delegado de Polícia Federal, Milton Rodrigues Neves, comandou a operação e explicou que a comercialização, exposição à venda ou guarda em depósito para vender ou de qualquer outra forma distribuir ou entregar medicamento de origem estrangeira e sem registro na Anvisa é considerado crime hediondo e está sujeito a pena de 10 a 15  anos de reclusão. 

“As penas são mais severas que as previstas para o tráfico de drogas e a prática do aborto é também considerada um crime hediondo. Comete o mesmo crime quem auxilia a gestante, induzindo ou pagando para que o aborto aconteça. O crime está  previsto no artigo 124 do Código Penal, com pena de detenção de até três anos”, afirmou o delegado.

Na manhã desta quinta-feira, o superintendente da PF no Acre, delegado Marcelo Rezende, acompanhado do Delegado Regional de Combate ao Crime Organizado, Maurício Moscarde e do delegado Milton Neves, em entrevista coletiva a imprensa, na sede da Delegacia da Polícia Federal, confirmou as prisões, os procedimentos realizados pelos agentes e ressaltou que seis pessoas presas durante a operação estão à disposição da Justiça.

Pontos de venda

O delegado da Polícia Federal informou que durante a investigação foram identificados vários pontos de vendas, como também vendedores ambulantes que faziam a entrega em pontos a cidade. Segundo a reportagem do G1 em algumas farmácias os proprietários não guardavam o remédio na prateleira com medo da fiscalização, mas outros guardavam dentro da farmácia e depois de negociar a venda com o cliente entravam no interior da loja e efetuavam a venda. O abortivo era vendido entre R$ 100 a R$ 250.

Casos de aborto em Cruzeiro do Sul
Segundo dados revelados pela maternidade de Cruzeiro do Sul, nos últimos dois anos foram registrados 358 abortos. De acordo com relatório da unidade, de janeiro de 2012 até junho de 2013, foram registrados 94 abortos entre jovens e adolescentes com idades de 12 e 20 anos, outros 252 abortos entre mulheres com idade de 20 a 40 anos e doze com mulheres acima de 40 anos de idade.

A diretora do Hospital da Criança e do Adolescente, Fabiana Ricardo, afirmou que as mulheres já chegavam à unidade de saúde com o aborto realizado. "Todas essas mulheres chegavam com sangramentos e o bebê já tinha sido abortado. O que não podemos afirmar é como o aborto aconteceu, tendo em vista que elas diziam que caíram ou tiveram algum desentendimento com o companheiro", disse.

Da Redação, com informações do G1.

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Polícia Civil prende vovó do tráfico que vendia drogas na comunidade Profeta, em Rodrigues Alves

vOVO DO TRAFICO 3

Agentes da Polícia Civil prenderam em flagrante, na manhã desta quarta-feira (28), por volta das 12:00 horas, Francisca Lima da Silva, 50, vulgo Êda, acusada de tráfico de drogas, que vinha sendo investigada depois de denúncias de que vendia drogas na comunidade Profeta, em Rodrigues Alves.

Segundo as denúncias, Eda, que já foi presa e condenada por tráfico e atualmente cumpre pena em regime aberto, após sua saída continuou a vender entorpecente em forma de trouxinhas. Ela recebia a droga em forma bruta em Cruzeiro do Sul e levava para vender na comunidade onde mora.

Os policiais foram informados que Eda estava em Cruzeiro do Sul para comprar mais entorpecente e retornaria para Rodrigues Alves de ônibus. Uma campana foi montada nas proximidades do Terminal Rodoviário onde identificaram a acusada que portava uma bolsa.

Antes da mulher embarcar no ônibus os policiais fizeram a abordagem e encontraram dentro da bolsa várias pedras de oxidado de pasta base de cocaína em estado bruto, que pesaram 100 gramas, além de dois vasos contendo maconha.

Na bolsa da traficante os agentes da Polícia Civil encontraram ainda quatro relógios, dois brincos, quatro anéis, um aparelho celular Nokia preto, uma faca, três cordões dourados e R$ 200,00 em dinheiro, que foram apreendidos junto com a droga.

Na delegacia a acusada confessou que comprou o entorpecente de outro traficante do bairro da Várzea pela quantia de R$ 400,00 para vender na comunidade Profeta, onde mora, no município de Rodrigues Alves, pelo preço R$ 5,00 a trouxinha. Depois, se contradisse, afirmando que estava levando a droga para entregar para uma pessoa que não conhece.

 

O delegado Vinícius Almeida informou que a acusada se encontra presa na Delegacia Geral de Polícia, onde o flagrante está sendo lavrado e vai aguardar decisão da Justiça para ser encaminhada à penitenciária.

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Delegado afirma que final de semana foi tranquilo na área policial, apesar de flagrantes

delegado luiz tonie - Cópia

O delegado Luiz Tonine informou que o último final de semana transcorreu sem ocorrências de muita relevância, apesar de três flagrantes de trânsito, um de tráfico de drogas, além de perturbação e embriaguez, que movimentaram a delegacia e o trabalho dos policiais militares.

Tonine destacou que um rapaz, que se diz usuário, foi preso em flagrante, pois os policiais encontraram com ele uma certa quantidade de drogas e dinheiro e ele afirmou que recebeu a droga de um traficante para venda. “ No momento ele estava na companhia de mais dois supostos traficantes que conseguiram se evadir. Fizemos os procedimentos e estamos aguardando decisão da justiça”, disse o delegado.

Segundo o delegado ainda no final de semana foi apreendida uma arma de fogo que estava com rapaz que subiu na garupa de uma moto e ao ver a polícia se evadiu e deixou a arma cair. O proprietário da motocicleta estava sem habilitação e foi feito o procedimento sobre as condições da motocicleta, mas o mesmo não foi preso porque alegou que estava apenas dando uma carona.

Os flagrantes de uso de bebida alcoólica ao volante são destacados pelo delegado que afirma que na maioria dos finais de semana motoristas são flagrados conduzindo veículos em condição de embriaguez e em torno de 50% dos casos são pessoas reincidentes que foram presas e voltam a cometer o mesmo crime.

“ A multa administrativa e a fiança é imediata e tem custado caro ao bolso destas pessoas. As fianças são arbitradas de 01 a 100 salários mínimos, levando-se em conta a condição sócio econômica do agente, a gravidade e o índice de alcoolemia, além da reincidência. Arbitramos a fiança dentro do que estabelece a lei, mas quando há um histórico de infrator ele recebe um valor mais elevado para que pese no bolso e na consciência para entender que sai mais barato pagar um táxi do que dirigir embriagado”, disse.  

 

 

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