Polícia Federal prende três acusados de furto de combustível nas balsas da Petrobras e apreende mais de 500 litros de combustível

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Agentes da Polícia Federal (PF) prenderam nesta quarta-feira (23) três homens que estavam em um veículo e transportavam nove tambores contendo mais de 500 litros de combustível, além de R$ 3.200,00 recebidos da venda do produto roubado.

A prisão aconteceu depois de uma denúncia anônima feita à Delegacia da Polícia Federal que já investigava o furto de combustível que estava acontecendo nas balsas da Petrobrás ancoradas no Rio Juruá.

Os acusados foram presos em flagrante quando negociavam o combustível e de acordo com delegado Milton Neves, da PF, dois acusados foram presos pela prática de furto e outro por receptação.

“Essa prática de furto de combustível nas balsas da Petrobrás e particulares que ficam ancoradas no rio Juruá próximo ao porto de Cruzeiro do Sul já é antiga. A Polícia Federal vinha investigando algumas pessoas e dessa vez conseguimos prendê-los”,disse.

O delegado informou que os envolvidos foram encaminhados ao presídio Manoel Nery da Silva e vão responder pelos crimes de furto e receptação que tem pena de até oito anos de reclusão.

“Um dos envolvidos no furto tem passagem pela polícia pelos crimes de furto qualificado e porte ilegal de arma de fogo. Nesta operação tivemos o apoio de agentes da Polícia Civil de Rodrigues Alves para efetuar a prisão dos acusados”, destacou.

Milton Neves ressaltou que os trabalhos de investigação no combate ao furto de combustível em Cruzeiro do Sul continuam e outras pessoas ainda podem ser presas.

 

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Investigação da Polícia Civil desmascara estudante que simulou estupro

Delegada Carla Ivani

Uma jovem estudante de 19 anos rasgou as próprias roupas para simular um ato de violência contra sua pessoa que segundo a versão prestada à polícia tinha sido sequestrada por quatro homens e estuprada na noite de sexta-feira passada quando retornava da escola.

Depois de 48 horas de investigações realizadas por agentes da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher e ao Menor (DEAM), comandados pela delegada Carla Ivani de Brito, o caso foi elucidado e se descobriu que a jovem inventou a estória para evitar conflitos com a família por ter chegado em casa de madrugada e ainda embriagada.

A suspeita de que a estudante tinha insinuado o estupro surgiu após a polícia identificar  algumas amigas da estudante que confessaram ter deixado de ir à escola na noite de quinta feira (16) para participar de uma festinha com um grupo de amigos e afirmaram que a estudante tinha ingerido bebida alcoólica e ficado com um rapaz que participava da festa.

Diante das contradições que surgiram durante a investigação a jovem foi intimada para prestar depoimento na delegacia e segundo a delegada Carla Ivani de Brito a estudante confessou que tinha inventado a estória com medo de ser repreendida pelos pais por deixado de ir à escola para participar de uma festa.

“Quando descobrimos a verdade ela confessou que não houve o estupro e que rasgou a própria roupa porque ao chegar em casa passou mal e estava no banheiro quando sua mãe acordou com o barulho. Com medo de alguma represália por estar embriagada resolveu rasgar a roupa e inventar que tinha sido raptada e estuprada”, explicou a delegada.

Ainda segundo a delegada outro fator que causou desconfiança durante a investigação foi o exame de Corpo de Delito feito no Instituto Médico Legal (IML) que não constatou sinais de violências contra a suposta vítima de estupro. Agora, com a inversão dos fatos a estudante vai responder a processo por falta comunicação e denunciação caluniosa.

“Apesar da pena dos crimes ultrapassar os oito anos de reclusão a estudante pode ser condenado a uma pena de prestação de serviço por ter assumido a culpa e ter se mostrado arrependida do fez. Ela está arrependida do fez deve agora vai prestar serviço ao Estado como pena do crime que cometeu”, disse a delegada.

A delegada informou também que apesar da estudante ter inventado toda essa estória o Estado vai continuar dando assistência tanto a ela quanto a família que ficou inconformada com o que ela fez. A estudante e seus familiares não quiseram falar sobre o assunto.

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Jovem que saia de escola é sequestrada e estuprada por homens encapuzados

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Uma estudante de 19 anos que retornava da aula na Escola Professor Flodoardo Cabral na noite de quarta-feira (16) foi surpreendida e sequestrada por dois homens que estavam encapuzados que colocaram um capuz na sua cabeça e fizeram a mesma entrar em um carro de cor preta de quatro portas e a levaram para um local ermo.

A denúncia foi feita na Delegacia Geral de Polícia na manhã de quinta-feira (17) pelo irmão da vítima que não quis falar a imprensa e segundo consta no Boletim de Ocorrência a estudante foi obrigada a ingerir bebida alcoólica e fazer sexo contra sua vontade com os sequestradores e mais dois homens que estavam dentro do carro.

O sequestro aconteceu nas proximidades de um terreno baldio de propriedade do empresário Abrahão Cândido da Silva, por volta das 22:30 horas e a vítima foi deixada nas proximidade do Posto Solimões, na Avenida 25 de Agosto, por volta das 03:00 da madrugada, quando foi encontrada em estado de choque por policiais militares.

A jovem teve as roupas rasgadas pelos agressores e contou aos policiais que depois de violentada sexualmente foi obrigada a ingerir bebida alcoólica antes de ser liberada e ainda foi ameaçada caso denunciasse o caso na delegacia.

A delegada Carla Ivani de Brito, que apura o caso, informou que a estudante confirmou em depoimento que foi abordada pelos homens encapuzados e que durante o período que permaneceu sob domínio dos mesmos estava com o rosto coberto, não sabe para onde foi levada e que apenas um dos acusados abusou sexualmente dela.

Carla Ivani informou também que a estudante declarou que uma semana antes do crime foi abordada na saída do colégio por um homem armado com uma faca que tentou leva-la para um local escuro, mas a mesma conseguiu fugir.

“Não descartamos a hipótese de que o crime não tenha ligação com esse fato narrado pela vítima há uma semana. É um fato grave e que a polícia já está investigando na tentativa de localizar os criminosos”, afirmou a delegada.

Ainda bastante abalada a vítima não quis falar com a imprensa e foi encaminhada ao Instituto Medico Legal (IML) para exame de Corpo de Delito e vai ficar sobre a proteção da Justiça.

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Técnico de informática denuncia participação de menores em festa na base do 61º Bis em Marechal Thaumaturgo

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Uma festa de despedida que aconteceu no dia 28 de Setembro passado na Base do 61º Batalhão de Infantaria de Selva (61º BIS) com a presença de mulheres, inclusive menores de idade, foi denunciada pelo técnico em informática Mardones da Silva Pedrosa que esteve em Marechal Thaumaturgo a serviço da Caixa Econômica Federal.

Segundo o técnico em informática na noite da festa ele estava na cidade e viu várias mulheres atravessaram o rio Amônia em direção a base militar e lhe informaram que a movimentação era por conta de uma festa.

Pedrosa tomou conhecimento que estava tendo a participação de menores e resolveu denunciar a atitude dos militares. Segundo ele na mesma noite recebeu uma ligação do comandante do 61º BIS, tenente coronel Guerra que lhe questionou sobre a denúncia.

Depois do contato com o comandante a festa foi encerrada, mas nos dias seguintes o denunciante ficou recebendo ameaças dos militares e quatro dias depois foi humilhado e torturado psicologicamente por quatro militares armados com pistola e fuzil.

A agressão aconteceu na pista do aeroporto de Marechal Thaumaturgo, na frente de várias pessoas, quando o técnico aguardava o avião para retornar a Cruzeiro do Sul, momento que foi abordado e questionado pelos militares.

Pedroza reclama da humilhação e da maneira agressiva que foi abordado pelos militares do 61º BIS destacando que o oficial que comandava o destacamento era o mais agressivo de todos.

“Além dos palavrões, ele ainda perguntou se eu estava com inveja deles porque todas as meninas tinham ido para a festa. Responde que não estava com inveja porque sou casado, tenho uma filha menor de idade e que o que não quero para minha família não desejo para a dos outros”, protestou.

A dona de casa Maria da Conceição Martins da Cunha, mãe de uma das menores que participou da festa, com apenas 14 anos, confirmou que esta não foi a primeira vez que os militares fizeram festa na base e sua filha começou a frequentar o local com 13 anos.

“Infelizmente só descobri isso agora. No dia desta última festa minha filha aproveitou que estávamos dormindo e fugiu para lá. Me sinto revoltada com o que eles fazem e dizem das nossas filhas aqui. Espero que as providencias sejam tomadas”, disse a mãe em tom de revolta.

A mãe da família destaca ainda que ela já denunciou o problema na sede do Batalhão em Cruzeiro do Sul, mas nada foi feito. “Os próprios militares é que vão em busca das jovens na cidade para levar até a base que fica do outro lado do Rio amônia”, disse.

Ao tomar conhecimento do caso, o comandante do 61º BIS, tenente coronel Alexandre Guerra, afirmou que será instaurando uma sindicância para apurar as denúncias e confirmou que se forem confirmadas haverá severa punição aos militares.

“Não apoiamos esse tipo de conduta dentro do Batalhão. Todos sabem que os destacamentos são locais exclusivos para militares. As confraternizações são autorizadas quando acontece a mudança da tropa ou do Comando, mas apenas para os militares, não é permitida a presença de civil” afirmou.

O comandante avaliou as denúncias como muito graves e afirmou que vai enviar um oficial ao Destacamento de Marechal Thaumaturgo para ouvir os envolvidos. “Não vamos passar a mão na cabeça de ninguém, muito menos permitir que a imagem do Exército seja manchada por conduta que não faz parte do serviço militar”, destacou.

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