Movimento comunitário se reúne para apoiar governador Tião Viana

TIAO VIANA apoio todos

O movimento comunitário se uniu para dizer ao governador Tião Viana que apoia o governo e aprova os programas Ruas do Povo e Cidade do Povo (Foto: Sérgio Vale/Secom)

Agência de Notícias do Acre - Tatiana Campos


O movimento comunitário se uniu para dizer ao governador Tião Viana que apoia o governo e aprova os programas Ruas do Povo e Cidade do Povo e todas as ações que estão sendo desenvolvidas. Pelo menos cem líderes e presidentes de bairro se reuniram na tarde desta segunda-feira, 20, no auditório da Secretaria de Fazenda para se posicionar em defesa do governador e do prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre.

Vamos continuar apoiando este governo

Gilson Albuquerque

A reunião foi organizada pela União Municipal das Associações de Moradores de Rio Branco (Umarb). “Nós temos acreditado nesse governo desde quando ele discutiu estes programas com a gente em campanha, quando ele assumiu e nos chamou para acompanhar as obras e fiscalizar as ações. Temos visto muitas obras acontecerem e vamos continuar apoiando este governo”, disse Gilson Albuquerque, presidente da organização.

O prefeito Marcus Alexandre lembrou que em 130 anos de Rio Branco foram feitos pouco mais que 140 quilômetros de ruas. Ele explicou que o programa Ruas do Povo vai pavimentar, somente na capital, cerca de 300 quilômetros em quatro anos. “Temos bairros com mais de trinta anos de fundação que nunca viram a cor do asfalto e isso é obrigação dos prefeitos, mas o governador Tião Viana assumiu o compromisso de fazer porque sabe que isso seria impossível para as prefeituras”.

O governador Tião Viana agradeceu o apoio e o carinho. “Vocês são companheiros de longa caminhada. A nossa luta é  uma resposta à indiferença de muitos que governaram o Acre e pouco fizeram”, comentou. Ele falou da importância de programas como o Ruas do Povo, “Que traz dignidade a quem não conseguia se locomover, a uma mãe de família que não leva os filhos sujos de lama para a escola. Eu tenho 52 anos e um filho de 10, uma filha de 14 e outra de 23. A única coisa que eu tenho medo é que eles não acreditem que o pai é honesto, mas eles acreditam então eu tenho forças para ir em frente”, disse o governador.

 

Veja os que líderes comunitários disseram

João Pereira, liderança do bairro Santa Cecília

De primeiro era só lama e buraco e hoje nós temos nossa rua feita. Algumas ainda estão em obras. Nós temos calçadas para os deficientes andarem em suas cadeiras de rodas. Nós temos mudança, porque temos um governo que olha pro povo e viemos dizer que estamos juntos, que lhe apoiamos e acreditamos no seu governo, porque nós somos beneficiados por ele

Leoneide de Oliveira, liderança do bairro Waldemar Maciel

Eu sou presidente de bairro há 11 anos e nunca vi um governo fazer o que este está fazendo pelo povo, mostrando respeito pelos acreanos, dos menores aos maiores. Nós vivíamos abandonados por governos que prometiam e não cumpriam. Hoje temos um governo que trabalha pelo povo, que tira o povo da lama, da injustiça

Marcelo Santana, liderança do bairro Esperança

Está todo mundo perguntando se as obras vão parar e eu digo que não, porque não se para um projeto como este, que é o nosso sonho. Temos que ir pra cima e defender esse governo. Eu sou do tempo que minha mãe trabalhava e não recebia do governo e já cheguei a passar fome porque ficamos quatro meses sem salário. Eu não esqueci isso, e é por isso que eu apoio este governo

Aldalcimar Pereira de Souza, liderança do bairro Albert Sampaio

Nossa vila era esquecida porque é formada por hansenianos e seus filhos. O governador foi lá e asfaltou as principais ruas do nosso bairro e agora faltam poucas ruas para concluir. Os cadeirantes podem andar, se locomover sem atolar na lama, sem se sujar. Isso é dignidade pra gente

Amarílio Campos, liderança do bairro Comara

O Ruas do Povo, a Cidade do Povo, são grandes projetos. Antes da Frente Popular assumir, o que era o Segundo Distrito? Não tinha uma rua asfaltada, o ônibus não podia circular direito e a gente andava a pé. Nós do movimento comunitário estamos aqui para lhe apoiar governador, porque vemos o seu trabalho e o seu compromisso com o povo e sabemos que o senhor é um homem honrado

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Sociedade de Rodrigues Alves projeta futuro do município na Conferência Municipal das Cidades

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Todos os segmentos sociais do município de Rodrigues Alves estiveram representados na Quinta Conferência Municipal das Cidades que foi realizada na tarde desta terça-feira (21). Servidores públicos, representantes dos trabalhadores rurais, vereadores e outros trabalhadores tiveram a oportunidade de apresentar propostas de politicas públicas para serem debatidas na Conferência Estadual que será realizada em julho na cidade de Rio Branco. Durante o evento o prefeito Francisco Ernilson de Freitas (Burica) e o Vice-prefeito Jailson Amorim, afirmaram que as diretrizes que foram definas como prioridades na conferência serão adotadas para o direcionamento da gestão do município.

A população de Rodrigues Alves comemora a condição de morar em uma das cidades do Acre que tem todas as ruas asfaltadas, mas ainda vislumbra uma série de investimentos para melhorar a infraestrutura do município. Nesse sentido, a implementação de sistema de esgoto sanitário, melhoria das vias rurais e urbanas com a sinalização de ruas e pavimentação de ramais, a criação do sistema municipal de trânsito, a desburocratização dos programas de habitação, a continuidade do Programa de Regularização Fundiária com a desapropriação de novas áreas de terra para ampliação do perímetro urbano da cidade, e a construção de uma ponte sobre o rio Juruá para facilitar o acesso à cidade de Cruzeiro do Sul, foram as principais propostas apresentadas na conferência.

“Esse é o momento para que cada cidadão possa se expressar para dizer como deseja ver no futuro a cidade onde moramos. Por isso, foi importante a participação de todos para expressar seus anseios e dizer aos governantes o que a sociedade almeja. Já temos resultados das conferências anteriores e temos a certeza que iremos continuar caminhando no rumo certo com base no que está sendo apresentado por todos os segmentos de nossa sociedade neste momento” – disse o prefeito Burica.

No final da conferência foram selecionados os delegados que vão representar o município na Conferência Estadual das Cidades que será realizada no dia 19 de julho em Rio Branco. Cinco delegados representantes do poder público, do movimento social e dos trabalhadores vão defender as propostas do município durante o evento na capital do estado.  

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Jorge Viana está otimista com recuperação de florestas

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Relator do projeto, senador diz que governo está no caminho certo: convênios estão sendo fechados com estados para implantar Cadastro Ambiental Rural

O Brasil tem as condições para recuperar mais de 25 milhões de hectares de florestas. A avaliação é de Jorge Viana (PT), relator do Código Florestal, em pronunciamento feito na tribuna do Senado nesta terça-feira, 21 de maio. Ele elogiou a presidente Dilma Rousseff e a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, lembrando que o governo federal está no caminho certo e já está fechando convênios com os estados para implantar o Cadastro Ambiental Rural (CAR).

De acordo com o parlamentar, a recomposição florestal acontecerá pela primeira vez na história do Brasil. “Com a recuperação de 25 a 40 milhões de hectares de florestas nas margens dos rios, o Brasil será um dos poucos países que vai cumprir e honrar o compromisso que Dilma assumiu em Copenhague, de redução das emissões de gases de efeito estufa”, disse Viana.

O novo Código Florestal, na avaliação de senador, vai combater o desmatamento ilegal e permitirá ao país se reencontrar com a história. “O Brasil vai poder cobrar reciprocidade dos países, quando o assunto for produção de alimentos, produção agropecuária, e quando o assunto for floresta”, destacou Jorge Viana. Ele esteve há duas semanas na Europa para falar sobre a nova agenda ambiental brasileira, acompanhado do senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC), co-relator do Código Florestal no Senado.

“Acho que há um déficit de Amazônia na Esplanada dos Ministérios e temos de mudar a governança florestal do Brasil”, destacou. “Mas devemos reconhecer que estamos no caminho certo. Dilma foi corajosa quando baixou a medida provisória e fez vetos, que, certamente, fará com que o mundo inteiro respeite mais o Brasil do ponto de vista sócio-ambiental”.

O senador destacou que a implementação do Código Florestal já está próximo, com o Cadastro Ambiental Rural, que vai incluir as mais de mais de 5 milhões de propriedades rurais do Brasil. “A ministra Izabela Teixeira coordena a assinatura dos convênios de cooperação necessários com todos os estados”, disse. O governo federal quer prevê o treinamento de 15 mil pessoas para trabalhar na implantação do cadastro, fechando convênios com entidades patronais e de empregados.

O senador petista, que é engenheiro florestal de formação, comentou que o governo já adquiriu todas as imagens de satélite necessárias para trabalhar o Cadastro Ambiental Rural. “A resolução é de um metro. O Brasil nunca teve imagens assim para fazer o monitoramento de sua cobertura florestal e de sua atividade agrícola”, ressaltou. As fotos estarão disponíveis para os estados. “Isso é a essência da implantação do cadastro, junto com as regras para o Programa de Regularização Ambiental, que devem ser anunciadas pela ministra brevemente”.

Jorge Viana comentou que o Programa de Regularização Ambiental vai dar oportunidade aos proprietários de terra em situação irregular de se adequarem às novas regras. É o caso fazendeiros que têm passivo ambiental – desmatamento ou atividade produtiva onde a lei não permite. “Esses proprietários terão agora a oportunidade de iniciar um processo de recomposição florestal”, disse.

“Nós não temos ainda o que comemorar, mas temos algo para registrar, que é o trabalho do ministérios do Meio Ambiente e da Agricultura, que agora tem um conjunto de ferramentas para poder estabelecer um planejamento já no Plano Safra 2013”, disse. O Brasil tem a maior área de floresta tropical do planeta, e participa com menos de 4% do PIB florestal do mundo. “Nós ainda nem aprendemos a transformar a nossa floresta em um ativo econômico. Floresta, para muitos, ainda é um problema. Para mim, é parte da solução”, concluiu.

 

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Márcio Bittar propõe reunião da bancada com governo do Acre para discutir situação de servidores

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Por sugestão do deputado Márcio Bittar (PSDB-AC), a bancada do Acre no Congresso Nacional fará nesta sexta-feira, 24, uma reunião com técnicos e representantes do governo do Estado para buscar informações sobre a situação funcional e discutir soluções para impedir a demissão de mais de 11 mil servidores estaduais. O encontro será na Assembleia Legislativa acreana. A decisão foi tomada na tarde desta terça-feira, 21, durante encontro no Senado que reuniu dez dos 11 parlamentares acreanos.

“Precisamos encontrar uma saída conjunta para resolver o problema”, defende Márcio Bittar. O deputado se refere à decisão do STF que, por unanimidade, declarou a inconstitucionalidade do artigo 37 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição do Estado do Acre. O dispositivo permitiu a efetivação, em quadros em extinção, de servidores de secretarias, autarquias e fundações públicas, bem como de empresas públicas e de economia mista dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário acreano, admitidos sem concurso público até 31/12/94.

Com a decisão do STF, um total de 11. 554 servidores deverão ser demitidos assim que conclua a apreciação da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 3609, de 2005, proposta pela Procuradoria-Geral da República. A maioria dos servidores atua em sem serviços essenciais do Acre, segundo informações da Assembleia Legislativa enviadas ao STF.  Daqueles contratados, excetuados os já aposentados ou exonerados, estariam em atividade, atualmente, 3.488 no setor de saúde, 4.280 na educação e 656 na área de segurança pública.

Modulação dos efeitos

Mas, ao relatar a matéria, o ministro Dias Toffoli propôs modulação da decisão no sentido de ser mantida a situação atual pelo período de 12 meses, contado da data de publicação da ata da sessão do STF em que a decisão venha a ser tomada. Durante esse período de tempo a administração pública do Acre ficaria obrigada a realizar os necessários concursos públicos, a nomeação e posse dos aprovados para esses cargos, a fim de evitar prejuízos aos serviços públicos essenciais à população.

Por sete votos a um, o plenário do STF adiou, no dia 16, a decisão sobre a modulação os dos efeitos da decisão proposta por Dias Toffoli. A modulação requer maioria de dois terços dos membros do Supremo, por isso terão que ser computados, ainda, os votos dos ministros Cármen Lúcia e Marco Aurélio, que não puderam estar presentes no momento da deliberação. 

O governo do Acre havia pedido que o prazo fosse estendido para 24 meses. A alegação foi de que o governo estadual teria dificuldades para realizar concurso no espaço de tempo proposto, sem ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal e a legislação eleitoral, visto ser 2014 um ano eleitoral. Os ministros, entretanto, entenderam que essas alegações não procedem, pois “não há ilícito no cumprimento de decisão do STF”, conforme assinalou o ministro Toffoli.

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