Citolab recebe Certificação “Excelente” do Programa Nacional de Controle de Qualidade (PNCQ)

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O Laboratório de Análises Clínicas e Citologia Oncótica – Citolab – com apenas um ano de funcionamento em Cruzeiro do Sul recebe o Certificado da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas (SBAC) com avaliação EXCELENTE. A certificação do Programa Nacional de Controle de Qualidade (PNCQ) avalia os serviços de Análises Clínicas e Citologia Oncológica do Citolab prestados à população de Cruzeiro do Sul e do vale do Juruá.

O Citolab é o único laboratório da região que trabalha com a especialidade de exames de cólo do útero, sexagem fetal, que identifica a sexualidade do bebê após oito meses de gestação, teste do pezinho, além de outros exames de rotina – Hemograma Completo, Glicose, Colesterol, Acído Úrico - e outros especializados – Hepatites A, B, C, Hormônios, HIV, Pré-Natal, Papanicolau e de Paternidade – DNA. Segundo a Dra. Antônia Ferreira, o laboratório já realiza mensalmente mais de mil exames.

Com o reconhecimento do PNCQ o Citolab passa a ser um laboratório de referência na região pela qualidade e segurança nos serviços prestados  aos clientes. A proprietária, Dra. Antonia Ferreira, que é Biomédica, destaca que o reconhecimento é fruto do trabalho de uma equipe qualificada que tem se comprometido em zelar pela segurança no trabalho e conquistado a confiança da população.

A Biomédica relata que a região Norte tem uma carência muito grande de profissionais formados nesta área e destaca que o Citolab é pioneiro na região na área da Citologia Como pioneira no vale do Juruá na área da Citologia a Biomédica explica que tem se esforçado para que o laboratório garanta um serviço de qualidade à população.

“O reconhecimento garante ao Citolab o prestígio também de outros profissionais da saúde. Com a certificação o laboratório premiado de Cruzeiro do Sul se iguala a outros Laboratórios de grandes cidades como São Paulo e Rio de Janeiro”, comemora a biomédica.

Uma das preocupações da proprietária do Citolab é com a qualificação dos profissionais que fazem parte da equipe.

“Procuramos nos qualificar cada vez mais, pois o mercado exige e a população precisa de profissionais qualificados para que possamos garantir a qualidade Excelente nos diagnósticos, como foi certificado pelo PNCQ, um reconhecimento muito importante para o nosso trabalho e também para a população de Cruzeiro do Sul e do vale do Juruá que tem a certeza de que pode confiar nos exames prestados por nossa empresa”, comemorou.

A Dra. Antonia Ferreira destaca que conseguir a certificação no primeiro ano de funcionamento é de muita importância para a empresa e também para os clientes que utilizam os serviços pela garantia de que os exames prestados são de qualidade.

A biomédica alerta às mulheres cruzeirenses e do vale do Juruá para os perigos do câncer de cólo do útero e a necessidade de se fazer a anualmente prevenção orientada pelo Ministério da Saúde.

“ O nome do exame – preventivo - já mostra que é necessário fazê-lo preventivamente. O câncer do cólo do útero leva muito tempo para se manifestar, inicia-se com uma lesão e pode demorar até 15 anos para se manifestar. Então, a partir do primeiro ato sexual deve ser feito por todas as mulheres anualmente. Muitas mulheres não fazem preventivamente e só quando estão sentindo algum sintoma é que procuram fazer o exame”, orientou.

Segundo a biomédica na região Norte a incidência do câncer de cólo de útero é muito alta, principalmente pela falta de profissionais qualificados, informando que em Rio Branco existem apenas cinco citologistas e no vale do Juruá apenas sua pessoa tem a especialização.

O Citolab está localizado na Avenida 15 de Novembro, 464, nas proximidades do Pronto Socorro da Maternidade de Cruzeiro do Sul. Em Mâncio Lima a filial do Citolab funciona na Rua José Alberto Gadelha (Próximo a Biblioteca Municipal.

Cruzeirense realiza sonho de servir a população

Cruzeirense, a Dra. Antonia Ferreira é formada pela Faculdade São Lucas, bacharelado em Biomedicina, tem especialização em câncer do cólo uterino e Citologia Oncótica e desde quando saiu de Cruzeiro do Sul para se profissionalizar tinha o sonho de retornar e prestar seus serviços à população.

“ Estamos nosso primeiro ano no mercado da região, sendo o único laboratório da região especializado em câncer do cólo uterino e nosso objetivo e facilitar os exames necessários para um diagnóstico com rapidez que é fundamental para o sucesso do tratamento. Na rede pública o exame ainda tem uma grande demora e nossos exames estão facilitando a vida das pacientes que com mais rapidez conseguem apresentá-los ao médico”, disse.

Francisco Rocha - Fotos: Francisco Rocha/Elson Costa

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Tião Viana fortalece parceria com Lar Vicentino em Cruzeiro do Sul

Governador Lar dos vicentinos em cruzeiro do sul foto sergio vale 1

O governador Tião Viana visitou o Lar Vicentino de Cruzeiro do Sul e conversou com alguns internos

Aproveitando a semana que antecede o Natal, o governador Tião Viana visitou o Lar Vicentino de Cruzeiro do Sul, conversou com alguns internos e fortaleceu a parceria do governo do Estado com a administração da instituição.

“O Brasil se preparou para cuidar das crianças, mas não teve preparo algum para cuidar dos idosos. E a população está envelhecendo. Em pouco tempo serão 32 milhões de idosos, e é preciso ter um olhar de atenção e carinho a quem já viveu e dedicou tantos anos da vida e chega numa idade em que precisa de apoio. O governo já é parceiro do Lar Vicentino e as irmãs solicitaram mais uma ajuda, e vamos atender”, comentou o governador.

"O governo já é parceiro do Lar Vicentino e as irmãs solicitaram mais uma ajuda, e vamos atender”, comentou o governador

Uma das ações do governo com o Lar Vicentino é  o Programa de Aquisição de Alimento (PAA), no qual o governo adquire a produção familiar e repassa a instituições beneficentes. O repasse para a casa será ampliado em quantidade e variedade de produtos. Segundo a coordenadora do programa em Cruzeiro do Sul, Sergiane Silva, no próximo ano o número de instituições atendidas passa de 70 para 80. “Atendemos creches, hospitais e escolas que declaram que o recurso da merenda é insuficiente. Os relatos que temos é de que a assiduidade aumenta e a saúde dos beneficiados melhora. É gratificante”, disse.

 

 

A irmã Simone Eiling, coordenadora do Lar Vicentino, acompanhou a visita do governador (Foto: Sérgio Vale/Secom)

 

A irmã Simone Eiling, coordenadora do Lar Vicentino, disse que hoje a casa tem capacidade para 22 idosos e está com 30. “Às vezes ficamos com mais de 30 pessoas e damos um jeito para acomodá-las. Aqui estão pessoas cuja família não tem condições de abrigar, que moravam sozinhas  ou que foram abandonadas. O ideal é que a família cuide, mas nem sempre isso é possível. Sem a pareceria com o governo não teríamos condições de existir. Ela é fundamental para o funcionamento da casa”, comentou.

Agência de Noticias do Acre - Tatiana Campos - Fotos: Sérgio Vale/Secom

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O alfabeto fatal das Hepatites

Foto Matéria hep

Talvez a maioria das pessoas não saiba, mas as hepatites virais representam um dos mais graves problemas de saúde pública na Amazônia Ocidental brasileira, onde além de aumentar os custos operacionais do Sistema Único de Saúde (SUS), a doença em suas variações é responsável por um perigoso indicador de mortalidade em toda a Região Norte do Brasil.

No Estado do Acre casos de hepatites são comuns, sobretudo com distribuição para o interior, onde destacamos a Região do Vale do Juruá, cujos municípios enfrentam preocupantes indicadores da doença.

As hepatites virais são classificadas em ordem alfabética pelos tipos A, B, C, D e E. Onde esta sopa de letras sugestivamente parece deixar a população confusa em relação à diferença entre os tipos de infecção.

Segundo o Professor Marcelo Siqueira da Universidade Federal do Acre e pesquisador do assunto na região estes tipos de hepatites são provocadas por uma infecção viral, cujos vírus são classificados de A a E. As hepatites A e E têm suas cadeias de transmissão influenciadas pelo saneamento básico, já que são transmitidas por via fecal-oral, ou seja, o indivíduo infectado dissemina a doença através das fezes que pela falta de saneamento básico ou comportamento inadequado vão parar nos rios, igarapés e cacimbas, contaminando a água e consequentemente alimentos que ao serem ingeridos por terceiros acabam propagando a infecção.

 

O professor destaca que o tratamento destes tipos de hepatites tem seu foco no controle dos sintomas e suas consequências vão depender do estado geral de saúde dos indivíduos. “ A hepatite A hoje apresenta índices assustadores em nossa região, destacando as poucas reportagens e procedimentos preventivos por parte dos gestores públicos sobre o tema.”, disse.

Entretanto, apesar dos altos indicadores de hepatite A na região, as hepatites B, C e D também tem prevalência elevada e que podem resultar nas formas mais graves da doença hepática. Em 2011 o programa Fantástico da Rede Globo estreou um quadro apresentado pelo famoso médico Drauzio Varella com o título “Hepatites: epidemia ignorada.

Durante as gravações Dr. Drauzio e sua equipe desembarcaram em Cruzeiro do Sul para retratar os perigos e as consequências das hepatites nesta região do país, destacando como modelo exemplar o trabalho da médica infectologista Profa. Dra. Suiane Negreiros, responsável pelo acompanhamento e tratamento de centenas de pacientes na Região do Alto Juruá.

Para Siqueira as infecções pelos vírus B, C e D se dão pelo que se chama de contato com fluidos corpóreos, onde para ser mais claro, pode citar o sangue e o sêmen, o que faz destes tipos de hepatites infecções consideradas sexualmente transmissíveis, além das outras formas é claro.

“ Entretanto, além da via sexual aspectos econômicos, sociais e culturais parecem contribuir com a proliferação da doença em nossa região, onde hábitos de compartilhar escovas de dente, lâminas de barbear e utensílios usados para fazer as unhas, podem representar uma importante cadeia de transmissão quando não são tomadas as devidas providência”, afirmou.

 

Siqueira lembrou ainda que no último caso, muitos salões de beleza de maneira responsável já dispõem de estufas ou autoclaves, equipamentos que eliminam os vírus dos utensílios por meio de calor seco ou úmido (recomendável), garantindo a segurança dos clientes. Essa preocupação é válida, pois as hepatites B, C e D tem tratamento demorado, com muitos efeitos colaterais, por vezes intoleráveis pelos pacientes.

 

“ A doença evoluindo para a forma crônica se estabelece por anos, apresentando resultados que vão desde a cura, quando realizado tratamento oportuno e adequado, até a cirrose hepática (cicatrização e perda da função do fígado) e o carcinoma hepatocelular, um tipo de Câncer hepático, resultantes quase sempre fatais”, ressaltou.

 

Estima-se que cerca de três milhões de brasileiros podem estar infectados com algum vírus hepático e segundo o Ministério da Saúde (MS) apenas cerca de 150 mil tem o diagnóstico, fato que faz das hepatites um problema de saúde pública que vai além da doença propriamente dita, pois envolve o comportamento da população frente a possibilidade de infecção, bem como frente a gestores públicos que negligenciam ações que poderiam evitar a proliferação dos casos.

 

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Casos de malaria crescem 26%

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A malária voltou a crescer em Cruzeiro do Sul. Foram 2.322 casos notificados em Novembro contra 1.842 registrados no mês anterior, o que representa um aumento de 26%. As dificuldades de acesso às comunidades, causadas pela intensificação das chuvas e a resistência da população em deixar suas casas serem borrifadas figuram entre as principais causas do crescimento da endemia.

Mesmo sem “fechar” os números referentes a este ano, o supervisor-geral da Vigilância Epidemiológica Estadual, Leoníoznio Mendonça, já admite um aumento de casos de 2011 para 2012. O clima quente e úmido e a topografia acidentada da região, onde se formam charcos e açudes, aliados à resistência da população em não aceitar as recomendações, são os principais fatores da alta incidência.

Agravando a situação, cada vez mais surgem casos na região periférica da cidade. As áreas mais afetadas estão nos bairros Aeroporto Velho, Cruzeirinho, Conjunto São Salvador e Arthur Maia. “Outro fator que contribue para a transmissão é a pessoa que vem da zona rural para a cidade. Naquela casa onde ela se hospeda o mosquito vai infectar outras pessoas”, disse o supervisor.

O ponto crítico da epidemia aconteceu em 2006, quando, em apenas um mês, foram registrados cerca de 6.000 mil casos. A política nacional de controle e as ações da Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre) reduziram os casos na última década. As palestras educativas, a distribuição de mosquiteiros impregnados e agilidade no diagnóstico e tratamento foram as principais medidas adotadas. “É preciso tratar o doente para ele não transmitir”, destacou Mendonça.

A malária é transmitida da seguinte forma: o carapanã sadio pica uma pessoa doente. Ele fica contaminado pelo parasita da malária. Depois o carapanã com a malária pica uma pessoa sadia e transmite a doença. Os principais sintomas são a dor de cabeça, febre, tremor e dor no corpo e na barriga.

O coordenador recomenda à população para aceitar as orientações dos agentes de vigilância em saúde, dizendo também que os pacientes precisam tomar a medicação de forma correta. “Durma sempre com o mosquiteiro ou cortinado, caso aparecem os sintomas, procurem um serviço de saúde”, orientou ele, informando ainda que o tratamento é gratuito.

Jorge Natal - Fotos: Chico Rocha

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