Bíblico: ” Quem com ferro fere, com ferro será ferido” – IRMÃ DE AÉCIO, ANDREA NEVES, É PRESA EM MINAS

Bíblico: ” Quem com ferro fere, com ferro será ferido” – IRMÃ DE AÉCIO, ANDREA NEVES, É PRESA EM MINAS

BOMBA IRMA AECIO

Alvo de operação da Polícia Federal nesta manhã, Andrea Neves, irmã do senador Aécio Neves (PSDB-MG), foi presa em Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte; a PF também cumpre mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Andrea e Aécio; o senador tucano, um dos principais artífices do golpe parlamentar de 2016, que jogou o país na maior crise da história da República, e que tem o seu nome citado em várias delações premiadas na Lava Jato, foi gravado pelo empresário Joesley Batista, do grupo JBS, pedindo R$ 2 milhões em propina; senador e presidente nacional do PSDB foi afastado do cargo pelo STF e poderá ser preso nos próximos dias

18 DE MAIO DE 2017 ÀS 08:08 // 247 NO TELEGRAM  // 247 NO YOUTUBE 

BRAZIL 247/Minas – Alvo de uma operação da Polícia Federal na manhã desta quinta-feira 18, Andrea Neves, irmã do senador Aécio Neves (PSDB-MG), foi presa em Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte (MG). Ela não estava no exterior, como foi informado anteriormente. A operação da PF também cumpre mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Andrea e Aécio.

Os investigadores haviam confirmado duas presas presas até o momento: um procurador da República que atua junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o advogado Willer Tomaz, ligado ao ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que foi preso e condenado a mais de 15 anos de prisão na Operação Lava Jato.

Aécio, que foi citado em várias delações premiadas no âmbito da Lava Jato, foi gravado pelo empresário Joesley Batista, do grupo JBS, pedindo R$ 2 milhões em propina. O dinheiro foi rastreado até chegar ao senador Zezé Perrela (PSDB), apontado como intermediário da propina pedida por Aécio.

O senador foi afastado do cargo pelo Supremo Tribunal Federal e pode ser preso nos próximos dias. Ele teve sua prisão solicitada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. O ministro Edson Fachin levou a decisão ao plenário do Supremo.

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