Caminhada Azul busca maior conscientização sobre o Autismo e melhores condições de atendimento aos portadores no município
Foto:Mazinho Rogério

Caminhada Azul busca maior conscientização sobre o Autismo e melhores condições de atendimento aos portadores no município

Como continuidade das ações comemorativas do Dia Mundial de Conscientização do Autismo, no dia 02 de abril, a Associação a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e de Pais e Amigos de Pessoas com Autismo realizaram na manhã desta sexta-feira (23) a Caminhada Azul para despertar na comunidade atenção sobre direitos das pessoas autistas.

A caminhada, que teve um percurso de cerca de dois quilômetros, iniciou na Avenida Coronel Mâncio Lima, percorreu as principais ruas do centro da cidade e encerrou na Praça Orlei Cameli onde pais e amigos soltaram balões azuis como símbolo da luta que no município já conseguiu conquistas importantes como a implantação do Centro de Estimulação Sensorial (Cetrin).

As entidades organizadoras da Caminhada Azul prestam assistência há mais de 40 crianças autistas do município já promovem eventos de inclusão com palestras nas escolas uma das lutas é uma educação de qualidade para as crianças portadores do autismo que também precisam que o poder público invista para garantir tratamento especializado.

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O fundador do Centrin, professor Peter Roger, que é pai de uma criança autista, destaca que a entidade busca a conscientização das autoridades para os investimentos necessários para melhorar ainda mais o atendimento aos portadores e também a promoção de sua inclusão social ao destacar os avanços conquistados.

“Temos avançado bastante neste trabalho de conscientização para garantir um atendimento adequado aos portadores do autismo, várias crianças já fazem parte do centro, mas precisamos que os direitos dessas crianças sejam atendidos com o oferecimento de escola com profissionais especializados, atendimento personalizado, psicólogos, terapeutas e o que mais for preciso para que as crianças tenham suas dificuldades diminuídas”, disse.

Outro apoiador, o técnico de Informática Geovani Lima, que também é pai de uma criança com autismo, destaca que a caminhada é um gesto de inclusão para os autistas não serem tratados diferente das demais pessoas da sociedade. “É muito importante para quem é pai de uma criança autista buscar inclusão para seus filhos para que eles não são sejam excluídos e possam ter garantidos seu direito na sociedade”, afirmou.

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