Polícia Civil desvenda crime que tirou vida da jovem de 14 anos com 16 facadas e prende uma mulher e apreende cinco menores envolvidos
Polícia apresentou menores apreendidos e a mulher que confessou o crime e desferiu a facada mortal

Polícia Civil desvenda crime que tirou vida da jovem de 14 anos com 16 facadas e prende uma mulher e apreende cinco menores envolvidos

Polícia apresentou menores apreendidos e a mulher que confessou o crime e desferiu a facada mortal

Polícia apresentou menores apreendidos e a mulher que confessou o crime e desferiu a facada mortal

Supostamente a vítima perdeu a vida por ter repassado informações do Bonde dos 13, facção que participava, para o Comando Vermelho (CV)

O delegado Luiz Tonini, titular da Delegacia de Atendimento a Mulher e ao Menor (DEAM) apresentou na manhã desta terça-feira (05), na Delegacia Geral da Polícia Civil, quatro menores apreendidos por envolvimento na morte da jovem Auciene Lima, 14, brutalmente assassinada com 16 facadas e uma mulher, maior de idade, presa e acusada de ser a autora de  duas facadas, uma delas no coração, que tirou a vida da vítima.

Segundo as informações da investigação feitas pela Polícia Civil supostamente a menor deve ter sido torturada antes da morte que teve como causa principal desentendimentos entre facções criminosas. Informações apontam que a vítima fazia parte do Bonde dos 13 (B13) e teve um relacionamento com um jovem do Comando Vermelho (CV), além de outro do B13 e a facção entendeu que ela vazou informações ao CV.

Delegado Luiz Tonini destaca presteza do trabalho da Polícia Civil numa resposta rápida ao crime organizado na solução do caso

Delegado Luiz Tonini destaca presteza do trabalho da Polícia Civil numa resposta rápida ao crime organizado na solução do caso

Segundo o delegado Tonini além da investigação da Polícia Civil uma informação anônima garantiu rapidez na elucidação do crime e a apreensão dos seis menores e da acusada do assassinato da jovem que depois de presa confessou o crime. Os agentes descobriram também que o assassinato teria sido filmado num celular que ainda está sendo procurado na tentativa de recuperar as imagens que foram apagadas.

 “ A Perícia Técnica não encontrou nenhum indício de outras lesões, além das 16 facadas e ficou comprovado que a vítima não sofreu abuso ou violência sexual antes de morrer conforme o Laudo Cadavérico realizado pelo Instituto Médico Legal (IML) que confirmou que o corpo da vítima sofreu 16 perfurações de faca e não seis como tinha sido divulgado antes”, ressaltou o delegado.

Segundo Tonini a Polícia Civil agiu rápido e já tem a solução concreta do homicídio qualificado.  “Graças a Deus conseguimos resolver em tempo rápido e de forma satisfatória não só para a sociedade, mas para a família da vítima que era um compromisso nosso. Iniciamos as investigações depois do conhecimento do fato, fomos ao local para verificar a situação da vítima e passamos a avaliar qualquer meio que nos levasse aos supostos autores do crime”, disse.

O delegado destacou que depois do início da investigação apareceram os primeiros suspeitos que passaram as ser investigados e uma denúncia anônima na tarde desta segunda-feira foi imprescindível e eficaz na apreensão dos menores e na prisão da mulher maior de idade que confessou o delito.

“ A Polícia Civil tem como meta não deixar nenhum crime sem solução, principalmente os contra a vida e trabalha incansavelmente com esforços pessoais para elucidar os crimes cruéis que tem acontecido no município e tem dado respostas rápidas e eficientes para que se possa ter dias mais tranqüilos e sociedade possa confiar no trabalho da polícia ”, afirmou.

A informação da motivação do crime, supostamente, ainda sem dados concretos e fundamentação que estão sendo investigado, segundo Luiz Tonini, dá conta que a vítima estaria repassando informações da facção que participava para a outra facção adversária, mas a avaliação do mostra que basicamente são crianças que brincaram de cometer um grave crime, mas agora serão responsabilizados nas medidas do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Ao enfatizar que o suposto desaparecimento foi uma farsa o delegado informa que a prima sabia onde a vítima estava porque foi ela que a conduziu ao local onde os criminosos estavam, mas não confirmou se sabia que ela seria morta ou sofreria retaliação, mas com certeza sabia que não havia desaparecimento e poderia se tratar de um crime. “ Ela não quis revelar a situação e manteve a versão até ser confrontada com as provas adquiridas”, disse.

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