Cruzeiro do Sul, Acre, 21 de junho de 2026 14:54

Pós-colheita exige planejamento e cercamento eficiente para garantir produtividade na próxima safra

Com o fim da colheita da soja, produtores voltam a atenção para medidas que evitam perdas e preparam o campo para o próximo ciclo

Maio e junho marcam o encerramento da colheita da soja e o início de uma etapa estratégica no campo: o planejamento da próxima safra. Nesse período, práticas como a manutenção do solo, o cumprimento do vazio sanitário — obrigatório e com calendário definido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) — e a revisão das cercas ganham protagonismo para garantir produtividade, segurança e eficiência nas propriedades rurais.

Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Brasil deve alcançar uma safra recorde de aproximadamente 358 milhões de toneladas. Para sustentar resultados nesse patamar, o cercamento precisa ser tratado como parte essencial da operação. Falhas como reparos fora dos padrões recomendados, ausência de manutenção preventiva ou a aposta em consertos de última hora podem gerar impactos diretos na rotina da fazenda, com risco de paradas operacionais em momentos críticos.

Harvesting of soybean field with combine in late summer. High quality photo

De acordo com o analista de mercado agro da Belgo Arames, Danilo Moreira, o pós-colheita oferece condições ideais para esse tipo de intervenção. “Neste momento, os talhões estão sem plantas, o que facilita o acesso e a avaliação da área. Com maior visibilidade, é possível analisar a topografia e definir com mais precisão o tipo e a quantidade de materiais necessários. Além disso, as máquinas e a mão de obra antes destinada à lavoura podem ser realocadas para outras atividades, como a manutenção de cercas.”, explica.

Além da eficiência operacional, o cercamento tem papel importante na proteção da lavoura. A presença de animais silvestres, como o javaporco — híbrido entre porco doméstico e javali —, pode causar danos significativos ao cultivo. “A cerca funciona como uma barreira física, reduzindo o acesso e evitando prejuízos ao impedir que esses animais se alimentem ou circulem nas áreas produtivas”, destaca o especialista.

Para enfrentar esse tipo de desafio, a indústria tem investido em soluções específicas voltadas ao campo. É o caso da tela Belgo Javaporco, desenvolvida para proteção contra invasões de animais. Com malha mais fechada na parte inferior e espaçamento maior na superior, a tecnologia busca equilibrar resistência e eficiência, além de permitir instalação com maior distanciamento entre estacas, contribuindo para a redução de custos operacionais.

Outro diferencial está na durabilidade. A solução conta com tripla camada de galvanização, o que garante maior resistência às condições do campo e menor necessidade de manutenção ao longo do tempo — fatores que impactam diretamente na produtividade e na longevidade da estrutura de cercamento.

Sobre a Belgo Arames 

Com 50 anos de história, a Belgo Arames é líder brasileira na transformação de arames de aço desde sua criação, fruto da parceria estratégica no Brasil entre a ArcelorMittal e a Bekaert. A empresa atua nos segmentos de Agronegócios, Cercamentos, Construção Civil, Automotivo, Solda, Aplicações Especiais e Indústria Petrolífera, oferecendo um mix de produtos e serviços que atendem com expertise e tecnologia de ponta, confiabilidade e qualidade aos mais diversos perfis de clientes. Com oito unidades pelo país, sua sede é em Contagem (MG).