A Assembleia Legislativa fechou mais um semestre da atual legislatura, aliás, o penúltimo. Queiram ou não alguns, a casa foi um expoente da democracia, garantindo debates antagônicos e abrindo suas portas para a sociedade civil, que levou pro seu plenário os mais diversificados temas, submetidos a intermináveis debates.
Antes do recesso, os deputados não conseguiram votar o orçamento enviado pela governadora Mailza Assis (PP), com suas previsões para investimentos em 2027. Garantem fazê-lo logo após a paralisação. Isso não é demérito. Não ocorre pela primeira vez.
O comandante do poder, deputado Nicolau Júnior (PP), segue protagonista, administrando uma casa que tem tudo, da vaidade aos contrapontos mais surpreendentes, com cosmovisionarios e paróquios pensadores. Mesmo sendo um sujeito averso a parvoisse, brilhou. Garantiu ao poder participação importante na vida do Estado. Liderança importante, precisa ser mais acionado pelo Governo.
O meio de campo que faz é importante para um executivo cuja chefe vai se submeter ao escrutínio do eleitor em outubro. Na gestão Gladson ele foi bem explorado e deu resultado.