Governo intensifica fiscalização no setor de combustíveis e tenta conter impactos da guerra no Oriente Médio, entre EUA, Israel e Irã
A Polícia Federal (PF) abriu inquérito para investigar possíveis crimes contra consumidores e contra a ordem econômica após relatos de oscilações nos preços dos combustíveis. A medida foi anunciada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, diante de suspeitas de cobranças abusivas.
Em paralelo, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) acionou Procons de todo o país. Só nesta terça-feira (17/3), mais de 100 unidades participaram da operação: 22 cidades, 42 postos e uma distribuidora foram fiscalizados.
“A proteção do consumidor será ininterrupta e absolutamente vigilante”, afirmou o ministro em coletiva de imprensa. “O mercado é de livre concorrência, mas abusos de preços serão rechaçados.”
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) também iniciou fiscalização em nove estados e no Distrito Federal. As equipes atuam no Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.
Além dos preços, a operação verifica a qualidade dos combustíveis e o volume entregue pelas bombas.
As decisões fazem parte de uma série de ações do governo para reduzir os impactos da guerra no Irã no preço do petróleo.
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