Cruzeiro do Sul, Acre, 25 de janeiro de 2026 01:36

Eduardo Bolsonaro reage ao fim de sanções dos EUA contra Moraes

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Em uma rede social, deputado diz que recebeu com pesar a decisão do governo Trump de retirar ministro do STF de lista da Lei Magnitsky

deputado Eduardo Bolsonaro (PL), que está nos Estados Unidos desde fevereiro alegando perseguição política, se manifestou na rede social X, nesta sexta-feira (12), sobre a retirada do nome do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e sua esposa, Viviane, da lista de sancionados da Lei Magnitsky.

Leia:  Governo dos EUA retira Moraes e esposa de lista da Lei Magnitsky

Com o título “Nota Pública”, a postagem, assinada também pelo blogueiro Paulo Figueiredo, que acompanha o parlamentar nos Estados Unidos, Eduardo Bolsonaro diz que eles receberam com pesar a notícia da mais recente decisão anunciada pelo governo americano.

Disse ainda que são “gratos pelo apoio que o presidente Trump demonstrou ao longo dessa trajetória e pela atenção que dedicou à grave crise de liberdades que assola o Brasil”.

“Lamentamos que a sociedade brasileira, diante da janela de oportunidade que teve em mãos, não tenha conseguido construir a unidade política necessária para enfrentar seus próprios problemas estruturais. A falta de coesão interna e o insuficiente apoio às iniciativas conduzidas no exterior contribuíram para o agravamento da situação atual”, afirma, na postagem.

E conclui: “Esperamos sinceramente que a decisão do Presidente @realDonaldTrump seja bem-sucedida em defender os interesses estratégicos dos americanos, como é seu dever. Quanto a nós, continuaremos trabalhando, de maneira firme e resoluta, para encontrar um caminho que permita a libertação do nosso país, no tempo que for necessário e apesar das circunstâncias adversas. Que Deus abençoe a América, e que tenha misericórdia do povo brasileiro“.

Atuação nos Estados Unidos

O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro  é apontado como um dos negociadores das sanções contra Moraes e outras autoridades brasileiras impostas pelo governo norte-americano desde julho.

À época da sanção do ministro do STF, em julho, o governo americano justificou a decisão citando o processo que corria no STF contra o ex-presidente, que então era réu na ação criminal da trama golpista.

No julgamento no STF de 11 de setembro, Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão.