Cruzeiro do Sul, Acre, 8 de janeiro de 2026 19:41

Gefron/AC realiza operação policial de três dias em comunidades do Rio Juruá Mirim e captura dois foragidos do Complexo Penitenciário do Juruá

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O Grupo Especial de Operações em Fronteira (Gefron) é a força do Estado na fronteira e tem reafirmado seu papel estratégico na defesa das fronteiras do Acre e no combate às organizações criminosas. Em 2025, ao longo do ano, o Gefron intensificou suas ações operacionais, resultando em grandes apreensões de entorpecentes, armas, veículos e produtos contrabandeados.

Cada apreensão representou um duro golpe contra o crime organizado, reduzindo sua capacidade financeira e protegendo a sociedade acreana. Neste início de ano as ações do Gefron/AC já mostram resultados positivos no combate ao crime. Numa operação policial de três dias na região do Rio Juruá Mirim, entre as comunidades Santo Antônio e Periquito foram realizadas ações de planejamento estratégico e captura.

A operação do Gefron, realizada em área de difícil acesso, resultou na captura de dois foragidos do Complexo Penitenciário do Juruá, considerados de alta periculosidade, que conseguiram se evadir do presídio Manoel Nery no dia 06 de setembro de 2025 e estavam escondidos na região ribeirinha onde agiam, ameaçavam e causavam medo entre os moradores das comunidades ribeirinhas por onde passavam.

Durante a operação foi realizado patrulhamento fluvial e planejamento estratégico, possibilitando a localização dos foragidos em uma área de difícil acesso e em seguida a captura os foragidos foram encaminhados à Delegacia Geral de Polícia Civil de Cruzeiro do Sul, na tarde desta terça-feira (06), para os procedimentos da autoridade policial e em seguida a recondução dos mesmos ao Complexo Penitenciário do Juruá.

No comando da operação o Tenente Fabrício Machado destacou que o Gefron/AC mantém uma rotina constante de patrulhamento na região de fronteira com foco na repressão a crimes e na proteção das comunidades. “Nosso objetivo é garantir que a população volte a ter uma sensação de segurança e tranquilidade em seus próprios territórios”, afirma.

Os foragidos capturados são apontados como responsáveis por ameaçar moradores das comunidades ribeirinhas onde estavam escondidos e de envolvimento com a venda e o consumo de drogas o que motivou um trabalho prévio de inteligência antes da deflagração da operação para a prisão dos mesmos e sua recondução ao sistema penitenciário do Juruá.