Acusados vão ter 10 dias para responder; suspeitos estão presos desde novembro de 2025
A Justiça de Minas Gerais recebeu a denúncia do Ministério Público do estado contra a médica Claudia Soares Alves e o vizinho dela, Paulo Roberto Gomes da Silva, acusados do homicídio qualificado da farmacêutica Renata Bocatto Derani, morta a tiros em novembro de 2020, em Uberlândia, no Triângulo Mineiro.

Além de aceitar a denúncia, o juiz responsável pelo caso manteve as prisões preventivas dos dois réus.
A decisão aponta que os acusados estão segregados cautelarmente desde 5 de novembro de 2025, quando a prisão temporária foi convertida em preventiva. Segundo o magistrado, a situação dos acusados permanece inalterada, com provas dos fatos e indícios de autoria.