Cruzeiro do Sul, Acre, 6 de outubro de 2026 14:33

Trump dá de “10 a 12 dias” a Putin para acabar com a guerra na Ucrânia

Em 14 de julho, presidente norte-americano havia dado 50 dias ao Kremlin para firmar um cessar-fogo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, subiu o tom e deu um ultimato nesta segunda-feira (28/7) ao presidente da Rússia, Vladimir Putin, para encerrar a ofensiva militar na Ucrânia. O republicano exigiu um acordo em até 10 ou 12 dias.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, subiu o tom e deu um ultimato nesta segunda-feira (28/7) ao presidente da Rússia, Vladimir Putin, para encerrar a ofensiva militar na Ucrânia. O republicano exigiu um acordo em até 10 ou 12 dias.

As sanções podem atingir economias estratégicas como China, Índia e Turquia, que se mantiveram como principais clientes de energia russa desde o início da guerra.


Negociações recentes

  • Em maio deste ano, Rússia e Ucrânia iniciaram as primeiras negociações diretas desde o início da guerra. A iniciativa partiu do presidente russo Vladimir Putin.
  • A expectativa inicial era de que Putin se reunisse com Volodymyr Zelensky. O líder russo, no entanto, decidiu não comparecer às discussões na Turquia. Ao invés disso, ele decidiu enviar uma delegação composta por membros do segundo escalão do Kremlin.
  • Apesar das negociações, e da pressão vinda dos Estados Unidos por meio do presidente Donald Trump, poucos avanços aconteceram até o momento.
  • Nos três encontros realizados na Turquia, Rússia e Ucrânia apenas concordaram em trocar, além de devolver de jovens soldados feridos e corpos de militares mortos no campo de batalha.

Paciência de Trump chega ao fim

A fala de Trump marca uma mudança brusca de tom em relação ao Kremlin. Desde que assumiu o novo mandato, o presidente vinha adotando uma postura de canal aberto com Putin, em nome de uma solução negociada para o conflito que já perdura há três anos no leste europeu.

Entretanto, a constante ofensiva militar russa contra Kiev, parece ter colocado fim à paciência de Washington.

“Ele tem conversas tão agradáveis, conversas tão respeitosas e agradáveis, e então, na noite seguinte, pessoas morrem com um míssil atingindo a cidade”.

Segundo o líder dos EUA, o governo norte-americano agora pressionam por um caminho claro para a paz, com resultados concretos e não apenas promessas.