O candidato a vice-governador da coligação Produzir Para Empregar, Sargento Adônis, cumpriu agenda neste domingo (13) nas comunidades rurais Muju, Valquíria, Luzeiro, Pucallpa e Foz do Paraná dos Moura, em Rodrigues Alves. Durante as visitas, conversou com produtores rurais, ouviu as principais demandas das famílias e apresentou as propostas do plano Produzir Para Empregar para impulsionar o desenvolvimento do campo.

Ao longo da caminhada, Adônis destacou que a melhoria da infraestrutura dos ramais é uma das prioridades para fortalecer a agricultura familiar, considerada por ele um dos pilares da economia do município. Segundo o candidato, além das dificuldades de acesso às comunidades, muitos moradores ainda enfrentam problemas relacionados ao abastecimento de água potável. “Precisamos melhorar os ramais porque a agricultura familiar é estratégica para desenvolver este município”, afirmou.

Com aproximadamente 78% da população vivendo na zona rural, Rodrigues Alves tem na agricultura familiar a principal base de sua atividade econômica. Para Adônis, esse potencial pode ser ampliado por meio da integração entre investimentos públicos, mecanização agrícola, assistência técnica especializada e melhores condições para o escoamento da produção.

Impulsionamento da economia
O candidato também defendeu o incentivo às cadeias produtivas ligadas à realidade do Acre, citando culturas como o café robusta amazônico, a mandioca, a banana, o cacau e diversas frutas regionais. Segundo ele, agregar valor à produção por meio da agroindústria é um passo importante para ampliar a geração de renda e criar novas oportunidades tanto para quem vive no campo quanto para os trabalhadores das cidades. Adônis também ressaltou a importância do extrativismo e da pecuária para o desenvolvimento econômico do estado.

“O Acre precisa olhar para o campo não apenas como um lugar onde se produz, mas como uma das principais forças capazes de transformar a nossa economia. Temos terra, temos gente trabalhadora, temos conhecimento, temos vocação produtiva e temos diferentes cadeias que podem ser fortalecidas. O que ainda falta é uma política pública capaz de organizar essas potencialidades, levar assistência, tecnologia, infraestrutura e oportunidades para quem está lá na ponta”, concluiu.


